Archive for dezembro \31\UTC 2009

Reflexao do Dia: Livra-nos Senhor das mas linguas

dezembro 31, 2009

Quero desejar a voce meu leitor, um ano repleto das Bencaos de Deus. Quero que seu ano seja de paz, prosperidade e muito sucesso. Quero que voce seja defendido de todas as mas linguas, fofocas, invejas e ciumes. Que os malvados possam se abatidos pela arma da nossa fe. Por isso irmao(a) nessas primeiras horas do Ano Novo que possamos nos consagrar a Deus. Amem!

Agora fale com Deus e faca seu pedido especial de Ano Novo. Amigo(a) Deus esta te esperando. Pegue com Ele a heranca que te cabe.

 

Reflexao do Dia: O justo olha o Senhor de frente

dezembro 30, 2009

Reze este Salmo! se voce estiver cansado e agustiado, confie no Senhor e tudo sera mudado.

Reflexao do Dia: A amizade conquista ate os animais

dezembro 29, 2009

Nao quero falar muito, pois a imagem que voce vera, diz tudo. Porem quero dizer que ate os animais ferozes prezam uma amizade sincera. Veja este video e tire suas conclusoes.

Ja ia me esquecendo: voce e meu amigo(a).

Reflexao do Dia: O sábio e a vaquinha

dezembro 29, 2009

Era uma vez, numa terra distante, um sábio chinês e seu discípulo. Certo dia, em suas andanças, avistaram ao longe um casebre. Ao se aproximar, notaram que, a despeito da extrema pobreza do lugar, a casinha era habitada. Naquela área desolada, sem plantações e sem árvores, viviam um homem, uma mulher, seus três filhos pequenos e uma vaquinha magra e cansada. Com fome e sede, o sábio e o discípulo pediram abrigo por algumas horas. Foram bem recebidos. A certa altura, enquanto se alimentava, o sábio perguntou:

“Este é um lugar muito pobre, longe de tudo. Como vocês sobrevivem?”

“O senhor vê aquela vaca? Dela tiramos todo o nosso sustento”, disse o chefe da família. Ela nos dá leite, que bebemos e também transformamos em queijo e coalhada. Quando sobra, vamos à cidade e trocamos o leite e o queijo por outros alimentos. É assim que vivemos.

O sábio agradeceu a hospitalidade e partiu. Nem bem fez a primeira curva da estrada, disse ao discípulo:

“Volte lá, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali em frente e atire-a lá pra baixo.”

O discípulo não acreditou.

“Não posso fazer isso, mestre! Como pode ser tão ingrato? A vaquinha é tudo o que eles têm. Se eu jogá-la no precipício, eles não terão como sobreviver. Sem a vaca, eles morrem!”

O sábio, como convém aos sábios chineses, apenas respirou fundo e repetiu a ordem:

“Vá lá e empurre a vaca no precipício.”

Indignado, porém, resignado, o discípulo voltou ao casebre e, sorrateiramente, conduziu o animal até a beira do abismo e o empurrou. A vaca, previsivelmente, estatelou-se lá embaixo.

Alguns anos se passaram e durante esse tempo o remorso nunca abandonou o discípulo. Num certo dia de primavera, moído pela culpa, abandonou o sábio e decidiu voltar àquele lugar. Queria ver o que tinha acontecido com a família, ajudá-la, pedir desculpas, reparar seu erro de alguma maneira. Ao fazer a curva da estrada, não acreditou no que seus olhos viram. No lugar do casebre desmazelado havia um sítio maravilhoso, com muitas árvores, piscina, carro importado na garagem, antena parabólica. Perto da churrasqueira, estavam três adolescentes robustos, comemorando com os pais a conquista do primeiro milhão de dólares. O coração do discípulo gelou. O que teria acontecido com a família? Decerto, vencidos pela fome, foram obrigados a vender o terreno e ir embora. Nesse momento, pensou o aprendiz, devem estar mendigando em alguma cidade. Aproximou-se, então, do caseiro e perguntou se ele sabia o paradeiro da família que havia morado lá havia alguns anos.

“Claro que sei. Você está olhando para ela”, disse o caseiro, apontando as pessoas ao redor da churrasqueira.

Incrédulo, o discípulo afastou o portão, deu alguns passos e, chegando perto da piscina, reconheceu o mesmo homem de antes, só que mais forte e altivo, a mulher mais feliz, as crianças, que haviam se tornado adolescentes saudáveis. Espantado, dirigiu-se ao homem e disse:

“Mas o que aconteceu? Eu estive aqui com meu mestre uns anos atrás e este era um lugar miserável, não havia nada. O que o senhor fez para melhorar tanto de vida em tão pouco tempo?”

O homem olhou para o discípulo, sorriu e respondeu:

“Nós tínhamos uma vaquinha, de onde tirávamos nosso sustento. Era tudo o que possuíamos. Mas, um dia, ela caiu no precipício e morreu. Para sobreviver, tivemos que fazer outras coisas, desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos. E foi assim, buscando novas soluções, que hoje estamos muito melhor que antes.

(Autor desconhecido)

Reflexao do Dia: Igreja e governo se unem em campanha contra aids

dezembro 27, 2009

Igreja e governo se unem em campanha contra aids

Padres e voluntários da Igreja Católica em São Paulo vão ingressar a partir de janeiro na campanha do Ministério da Saúde pelo diagnóstico precoce de aids. O trabalho de conscientização começou em outubro, em cinco capitais, depois que a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil apoiou a iniciativa da Pastoral da Aids. Tradicionalmente a igreja discorda das campanhas de prevenção do ministério, calcadas no uso do preservativo.

Os padres e agentes de pastoral são treinados pelo profissionais do governo federal. Os fiéis recebem as orientações nas missas e encontros comunitários e pelos meios de comunicação da igreja. “Motivamos as pessoas a saberem a sorologia antes da manifestação da doença, quando o tratamento já se torna mais difícil”, disse o coordenador da Pastoral da Aids, Frei Luís Carlos Lunardi.

 Em São Paulo a campanha será coordenada por Cláudio Monteiro, da mesma pastoral. Segundo ele, o tema “preservativo” deve ficar de fora da conscientização. “O objetivo é a preservação da vida”, disse. Segundo Monteiro, durante a abordagem, os agentes não devem falar do uso de preservativo. “As pessoas devem adotar os métodos que estão disponíveis de acordo com sua própria consciência, como abstinência, fidelidade, monogamia”. Se padres e agentes forem questionados pelos fiéis sobre o uso do preservativo, a orientação é de que eles sejam encaminhados a postos de saúde.

 “E são os nossos profissionais que vão incentivar a opção pela camisinha”, disse Eduardo Barbosa, diretor adjunto do departamento de DST/Aids do Ministério da Saúde. “Indiretamente, com essa campanha também levamos às pessoas a prevenção”.

 Segundo Barbosa, 47% dos brasileiros que foram diagnosticados com HIV descobriram a doença tardiamente, quando já apresentavam deficiência imunológica.

 As informações são do Jornal da Tarde

Reflexao do Dia: Natal do Ano Sinodal

dezembro 27, 2009

 As festas natalinas do corrente ano têm, na Arquidiocese de Juiz de Fora, algo de novo. É o Natal do Ano Sinodal Arquidiocesano, iniciado com entusiasmo no terceiro domingo do Advento. Revendo nossa história, programando novas etapas evangelizadoras, tudo queremos fazer com verdadeiro espírito de Natal. Oração, fraternidade, ternura, paz, solidariedade, harmonia, comunhão! Queremos construir a civilização do amor. Aquela da gruta de Belém.  Aquela da família de Nazaré.

Na verdade, o momento em que o Pai Eterno decide enviar seu Filho ao mundo, Ele faz um gesto extremo de amor. As regras naturais da relação entre a criatura e o Criador são completamente mudadas. Enquanto o homem é que tem o dever de buscar a Deus, Deus é que toma a iniciativa de vir ao encontro da humanidade. Amorosamente. Ele quer precisar de um corpo, de uma família, de um modo de ser. Ao nascer, reclina-se, nos braços de uma mãe pobre, numa estrebaria. Quando cresce em estatura, sabedoria e graça, quando desempenha sua missão, escolhe um lugar social extremamente simples, desprovido de qualquer luxo ou riqueza, e padece com os mais pequeninos. Por amor!

Deus se faz homem, humildemente se entrega, se dá até mesmo em alimento eucarístico. Maravilha do Amor Divino! Este é o mistério da caridade: o extremo amor que só Deus pode realizar e realizando-o, possibilita ao homem imitá-lo.

Na história de Maria, pode se compreender bem o Natal de Jesus. Na Virgem de Nazaré, este amor que é divino toma rosto humano. Após ser-lhe revelada a missão, depois de descortinar-lhe a vocação, ela responde com total entrega: “Eis aqui a serva do Senhor, cumpra-se em mim segundo a tua vontade” (Lc 1,38). Põe-se inteiramente à disposição do Pai, mas não como alguém que meramente executa tarefas. Como fazem os sacerdotes, Ela se entrega totalmente, na disposição de cumprir o que o Senhor deseja. Na fidelidade! Eis o tema do Ano Sacerdotal que estamos também vivendo, sob a inspiração amorosa do Sucessor de Pedro.

Natal: mistério do serviço! Natal: mistério do amor! Natal: mistério onde a pessoa humana se encontra a si mesma de forma inteira e definitiva. Neste misterioso e desafiador intercâmbio do coração humano com o coração divino, dá-se a presencialização do mistério salvífico de Cristo.

Que este Natal nos leve, nos braços da mãe-Igreja, para o novo ano de 2010, o Ano Sinodal, cheios do amor a Deus, do ardor missionário, na espiritualidade de comunhão.

Seja teu coração a manjedoura macia onde Deus quer novamente continuar nascendo para a nossa salvação.

 Dom Gil Antônio Moreira

Arcebispo Metropolitano de Juiz de Fora-MG

Reflexao do Dia: Salmos, 22

dezembro 26, 2009

1. Salmo de Davi. O Senhor é meu pastor, nada me faltará.  

2. Em verdes prados ele me faz repousar. Conduz-me junto às águas refrescantes,  

3. restaura as forças de minha alma. Pelos caminhos retos ele me leva, por amor do seu nome.  

4. Ainda que eu atravesse o vale escuro, nada temerei, pois estais comigo. Vosso bordão e vosso báculo são o meu amparo.  

5. Preparais para mim a mesa à vista de meus inimigos. Derramais o perfume sobre minha cabeça, e transborda minha taça.  

6. A vossa bondade e misericórdia hão de seguir-me por todos os dias de minha vida. E habitarei na casa do Senhor por longos dias. 

Reflexao do Dia: Natal é fazer memória do nascimento de Cristo”, explica padre

dezembro 25, 2009

Leonardo Meira
Da Redação

”A adoração dos pastores”, de Gerard van Honthorst (1622)

A celebração do Natal do Senhor é uma das solenidades mais importantes do calendário litúrgico católico.

“É um momento privilegiado para refletir e experimentar os mistérios da fé”, explica o professor da Faculdade Dehoniana (Taubaté-SP), padre Daniel Aparecido de Campos.

“Celebrar o Natal é fazer memória do nascimento de Cristo”, complementa o padre. Mas, o que significa fazer memória?

O conceito de fazer memória não implica em dizer que o mesmo acontecimento se torne presente de modo concreto, mas apenas em trazê-lo à lembrança. “Embora a celebração aconteça em um certo tempo e espaço, o que se vivencia está fora do tempo, é atemporal”, salienta padre Daniel.

Esse fazer memória é diferente, por exemplo, do memorial realizado através do Sacramento da Eucaristia. De acordo com o Catecismo da Igreja Católica, nesse Sacramento, os acontecimentos não apenas vêm à lembrança, mas se tornam efetivamente presentes e reais:

“A celebração litúrgica destes acontecimentos torna-os de certo modo presentes e atuais. […] Quando a Igreja celebra a Eucaristia, esta se torna presente: o sacrifício que Cristo ofereceu uma vez por todas na cruz torna-se sempre atual” (números 1363-1364).

Caráter eterno

Em Teologia, se explica que todas as ações de Jesus, mesmo as puramente humanas, eram teândricas, isto é, o agente era sempre o Deus feito homem. “É por isso que tudo o que está relacionado à vida de Cristo possui um caráter eterno, embora tenha sido vivenciado e realizado no tempo”, salienta padre Daniel.

É aí que também se pode entender melhor a função do rito: oferecer suporte para que a pessoa possa vivenciar o que é celebrado e, também, expressar na atualidade aquilo que possui um cunho eterno.

“Não é um fim em si mesmo. Facilita e fomenta a disposição interior do cristão em se motivar a viver o mistério, o louvor, a graça de interagir com Deus”, finaliza.

O imenso filho de Deus

dezembro 23, 2009

O imenso filho de Deus
Pe. Zezinho, scj

Paulo fala da imensidão de Cristo. Não há como medir a sua dimensão, por isso nos convida a mergulhar na sua altura, comprimento, largura e profundidade… Cristo é imenso. Não há como medi-Lo com os padrões deste mundo. O evangelista João afirma que se alguém quisesse escrever tudo o que Ele disse e fez não haveria papel suficiente nem lugar para guardar todos os possíveis livros a seu respeito. E ainda assim não teríamos chegado ao cerne do mistério que foi o Filho de Deus entre nós. A linguagem da Igreja é uma só, mas cada cristão terá seu modo de falar da experiência que teve ao aceitar Jesus como o Cristo.
Creio em Jesus Cristo e penso que o amo. Afirmo que ele é o Filho de Deus eternamente gerado pelo Pai. Não nasceu do Pai porque sempre existiu com Ele. Nascer é começar. Ele não teve começo. No seio da Trindade de pessoas divinas que é o Ser Deus, Ele é a pessoa Filho. Um dia, e só Deus sabe porque e como isso é possível, veio ser pessoa humana.
No período que entre nós viveu, chamou-se Jesus de Nazaré, mas era o Cristo, o ungido que Deus prometera. Admito que na minha Igreja e nas outras há pessoas que amam a Jesus mais do que eu e falam dele com muito mais clareza e profundidade. Falam de Jesus e com Jesus muito melhor do que eu. Tenho aprendido com eles.
Não sou o melhor e nem o mais sábio, nem o mais santo dentre os seus seguidores. Milhões que jamais leram um livro de teologia e não conseguiriam falar dele acreditam e amam Jesus o suficiente para dar a vida por Ele. Não é questão de teologia. É de sintonia que mais cedo ou mais tarde encontra a teologia. O melhor tratado de Cristologia é aquele que nos ensina a tratar o Cristo como Filho de Deus. Pode-se ler um tratado e não tratá-lo como tal. Pode-se tratá-lo como Filho de Deus e nem sequer saber dessas coisas.
Não me impressiono com quem fala bonito sobre Ele, porque pode-se falar bonito sobre Cristo e não segui-lo nem amá-lo. Tenho sido o primeiro a dizer aos que elogiam minha pregação: não confundam palavras bonitas com vida bonita.
Mas conheço gente que fala bonito sobre Jesus e vive o que fala. Conheço quem não sabe muito sobre Ele e até confunde as coisas, mas o ama de verdade. Fazem como o irmão mais novo, que não sabe muita coisa sobre seu irmão mais velho, mas gosta demais de estar com ele e confia no que seu irmão ensina.
Ouvirei todos os que falam de Jesus. Inclusive, quem não sabe muito sobre Ele e se atrapalha no primeiro minuto do seu discurso. Dou-lhe o direito de saber pouca teologia, já que faz o que a teologia manda: ama a Deus e ama as pessoas. Sabe o suficiente para salvar-se.
Só não ouvirei os donos da verdade. Em geral sentem-se donos até do Cristo, mas não são donos nem de si mesmos. Se em nome de Jesus eles puderem destruir alguém, é isso o que farão. Abrem a porta para o Cristo, mas costumam cobrar o seu pedágio.
Creio em Jesus, acho que sei ler a Bíblia. Penso que sei compreender o que os escritores sagrados queriam mostrar. Talvez nem tudo sobre Cristo seja exatamente como alguns daqueles cristãos de primeira hora antigos escreveram. Mas também não será como os padres, pastores e videntes de agora o dizem. Fico com os evangelhos. São suficientes para eu conhecer e amar a pessoa que eles anunciam. No céu, eu saberei a verdade total. Por enquanto, já tenho o suficiente para continuar a buscá-lo.
Sei que Ele voltou para o Pai e um dia retornará a este mundo, mas será diferente do que a primeira vez. Não sofrerá mais, nem será crucificado. Virá com poder e glória para julgar o mundo. Da primeira vez, Ele mesmo disse que veio oferecer salvação. Não veio condenar e sim salvar. Quando voltar será glorioso com todo o seu poder e aí, sim, julgará a humanidade! Não vai ser um dia fácil. Cada um vai ter sua vida mostrada e esmiuçada. Então se saberá porque alguns foram e outros não foram dignos do céu.
O que nossa fraqueza não consegue, a misericórdia dele consegue. É por isso que nós católicos oramos em todas as missas pedindo piedade e perdão. Outros cristãos também o fazem. Nós cremos no imenso poder redentor do imenso Filho de Deus. Há perdão para todos, desde que nos arrependamos de verdade.
Se isso é crer em Cristo, então eu acho que tenho fé. Ainda é pequena, mas é fé. Preocupam-me as pessoas de fé grande, mas fanática, porque pode-se crer muito, mas de maneira errada. Para matar a sede, entre o copo de água e o litro de pinga, eu fico com o copo de água. É menor, mas não embriaga!

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Reflexao do Dia: Pense Nisso

dezembro 23, 2009

 Só R$25,00

Um homem chegou em casa tarde do trabalho, cansado e irritado encontrou o seu filho de 5 anos esperando por ele na porta .
– “Pai, posso fazer-lhe uma pergunta?”
– “O que é?” – respondeu o homem.
– “Pai, quanto você ganha em uma hora?”
– “Isso não é da sua conta. Porque você esta perguntando uma coisa dessas?”, o homem disse agressivo.
– “Eu só quero saber . Por favor me diga, quanto você ganha em uma hora?”
– “Se você quer saber, eu ganho R$ 50 por hora.”
– “Ah…” o menino respondeu, com sua cabeça para baixo.
– “Pai, pode me emprestar R$ 25,00?”
O pai estava furioso, “Essa é a única razão pela qual você me perguntou isso? Pensa que é assim que você pode conseguir algum dinheiro para comprar um brinquedo ou algum outro disparate? Vá direto para o seu quarto e vá para a cama. Pense sobre o quanto você está sendo egoísta”.
– “Eu não trabalho duramente todos os dias para tais infantilidades.”
O menino foi calado para o seu quarto e fechou a porta.
O homem sentou e começou a ficar ainda mais nervoso sobre as questões do menino.
Como ele ousa fazer essas perguntas só para ganhar algum dinheiro?
Após cerca de uma hora, o homem tinha se acalmado e começou a pensar.
Talvez houvesse algo que ele realmente precisava comprar com esses R$ 25,00 e ele realmente não pedia dinheiro com muita freqüência. O homem foi para a porta do quarto do menino e abriu a porta.
– “Você está dormindo, meu filho?”, Ele perguntou.
– “Não pai, estou acordado”, respondeu o garoto.
– “Eu estive pensando, talvez eu tenha sido muito duro com você a pouco?”, afirmou o homem. “Tive um longo dia e acabei

descarregando em você. Aqui estão os R$ 25 que você me pediu.”
O menino se levantou sorrindo. “Oh, obrigado pai!” gritou. Então, chegando em seu travesseiro ele puxou alguns trocados amassados.
O homem viu que o menino já tinha algum dinheiro, e começou a se enfurecer novamente.
O menino lentamente contou o seu dinheiro , em seguida olhou para seu pai.
– “Por que você quer mais dinheiro se você já tinha?” – Gruniu o pai.
– “Porque eu não tinha o suficiente, mas agora eu tenho”, respondeu o menino.
– “Papai, eu tenho R$ 50 agora. Posso comprar uma hora do seu tempo? Por favor, chegue em casa mais cedo amanhã. Eu gostaria de jantar com você.”
O pai foi destroçado…
Ele colocou seus braços em torno de seu filho, e pediu o seu perdão.
É apenas uma pequena lembrança a todos nós que trabalhamos arduamente na vida.

Não devemos deixar escorregar através dos nossos dedos o tempo sem ter passado algum desse tempo com aqueles que realmente importam para nós, os que estão perto de nossos corações.

Não se esqueça de compartilhar esses R$ 50 no valor do seu tempo com alguém que você ama.
Se morrermos amanhã, a empresa para a qual estamos trabalhando, poderá facilmente substituir-nos em uma questão de horas.
Mas a família e amigos que deixamos para trás irão sentir essa perda para o resto de suas vidas.