Archive for janeiro \30\UTC 2010

Reflexao do Dia: A PIPA E A FLOR

janeiro 30, 2010

Poucas pessoas conseguiram definir tão bem os caminhos
do amor como Rubem Alves, numa fábula surpreendente,
cujos personagens são: uma pipa e uma flor.
A história começa com algumas considerações de um
personagem que deduzimos ser um velho sábio.
Ele observa algumas pipas presas aos fios elétricos e aos galhos das árvores e afirma que é triste vê-las assim,
porque as pipas foram feitas para voar.
Acrescenta que as pessoas também precisam ter
uma pipa solta dentro delas para serem boas.
Mas aponta um fator contraditório: para voar, a pipa tem que estar presa numa linha e a outra ponta da linha
precisa estar segura na mão de alguém.
Poder-se-ia pensar que, cortando a linha, a pipa pudesse
voar mais alto, mas não é assim que acontece.
Se a linha for cortada, a pipa começa a cair.
Em seguida, ele narra a história de um menino que
confeccionou uma pipa.
Ele estava tão feliz, que desenhou nela um sorriso.
Todos os dias, ele empinava a pipa alegremente.
A pipa também se sentia feliz e, lá do alto,
observava a paisagem e se divertia com as
outras pipas que também voavam.
Um dia, durante o seu vôo, a pipa viu lá embaixo uma
flor e ficou encantada, não com a beleza da flor, porque
ela já havia visto outras mais belas, mas alguma coisa nos olhos da flor a havia enfeitiçado. Resolveu, então, romper a linha que a prendia à mão do menino e dá-la para a flor segurar. Quanta felicidade ocorreu depois!
A flor segurava a linha, a pipa voava; na volta, contava
para flor tudo o que vira. Acontece que a flor começou a
ficar com inveja e ciúme da pipa. Invejar é ficar infeliz
com as coisas que os outros têm e nós não temos;
ter ciúme é sofrer por perceber a felicidade do outro
quando a gente não está perto. A flor, por causa desses
dois sentimentos, começou a pensar: se a pipa me amasse
mesmo, não ficaria tão feliz longe de mim… Quando a pipa voltava de seu vôo, a flor não mais se mostrava feliz, estava sempre amargurada, querendo saber com quem a pipa estivera se divertindo. A partir daí, a flor começou a encurtar a linha, não permitindo à pipa voar alto. Foi encurtando a linha, até que a pipa só
podia mesmo sobrevoar a flor.
Esta história, segundo conta o autor, ainda não terminou
e está acontecendo em algum lugar neste exato momento.
Há três finais possíveis para ela:

1 – A pipa, cansada pela atitude da flor, resolveu romper a linha e procurar uma mão menos egoísta.
2 – A pipa, mesmo triste com a atitude da flor, decidiu ficar, mas nunca mais sorriu.
3 – A flor, na verdade, era um ser encantado.
O encantamento quebraria no dia em que ela visse a
felicidade da pipa e não sentisse inveja nem ciúme.
Isso aconteceu num belo dia de sol e a flor se transformou numa linda borboleta e as
duas voaram juntas.

Fonte Rubens Alves

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Reflexao do Dia: TÊNIS E FRESCOBOL

janeiro 29, 2010

Por Rubem Alves

Depois de muito meditar sobre o assunto concluí que os casamentos (relacionamentos) são de dois tipos: há os casamentos do tipo tênis e há os casamentos do tipo frescobol.

Os casamentos do tipo tênis são uma fonte de raiva e ressentimentos e terminam sempre mal.
Os casamentos do tipo frescobol são uma fonte de alegria e têm a chance de ter vida longa.

Explico-me. Para começar, uma afirmação de Nietzche, com a qual concordo inteiramente. Dizia ele:

“Ao pensar sobre a possibilidade do casamento cada um deveria se fazer a seguinte pergunta:

‘Você crê que seria capaz de conversar com prazer com esta pessoa até sua velhice?’

Tudo o mais no casamento é transitório, mas as relações que desafiam o tempo são aquelas construídas sobre a arte de conversar.” (…)
A música dos sons ou da palavra – é a sexualidade sob a forma da eternidade: é o amor que ressuscita sempre, depois de morrer.
Há os carinhos que se fazem com o corpo e há os carinhos que se fazem com as palavras.

E contrariamente ao que pensam os amantes inexperientes, fazer carinho com as palavras não é ficar repetindo o tempo todo: “Eu te amo…”
Barthes advertia: “Passada a primeira confissão, ‘eu te amo’ não quer dizer mais nada.”

É na conversa que o nosso verdadeiro corpo se mostra, não em sua nudez anatômica, mas em sua nudez poética. 

O tênis é um jogo feroz. O seu objetivo é derrotar o adversário.

E a sua derrota se revela no seu erro: o outro foi incapaz de devolver a bola.
Joga-se tênis para fazer o outro errar. O bom jogador é aquele que tem a exata noção do ponto fraco do seu adversário, e é justamente para aí que ele vai dirigir sua cortada – palavra muito sugestiva, que indica o seu objetivo sádico, que é o de interromper, derrotar.

O prazer do tênis se encontra, portanto, justamente no momento em que o jogo não pode mais continuar porque o adversário foi colocado fora de jogo.

Termina sempre com a alegria de um e a tristeza de outro.
O frescobol se parece muito com o tênis: dois jogadores, duas raquetes e uma bola. Só que, para o jogo ser bom, é preciso que nenhum dos dois perca.

Se a bola veio meio torta, a gente sabe que não foi de propósito e faz o maior esforço do mundo para devolvê-la gostosa, no lugar certo, para que o outro possa pegá-la.

Não existe adversário porque não há ninguém a ser derrotado.
Aqui ou os dois ganham ou ninguém ganha. E ninguém fica feliz quando o outro erra – pois o que se deseja é que ninguém erre. O erro de um, no frescobol, é um acidente lamentável que não deveria ter acontecido, pois o gostoso mesmo é aquele ir e vir, ir e vir, ir e vir… E o que errou pede desculpas, e o que provocou o erro se sente culpado. Mas não tem importância: começa-se de novo este delicioso jogo em que ninguém marca pontos…

A bola: são nossas fantasias, idéias, sonhos sob a forma de palavras.
Conversar é ficar batendo sonho prá lá, sonho prá cá… Mas há casais que jogam com os sonhos como se jogassem tênis. Ficam à espera do momento certo para a cortada. Tênis é assim: recebe-se o sonho do outro para destruí-lo, arrebentá-lo, como bolha de sabão… O que se busca é ter razão e o que se ganha é o distanciamento. Aqui, quem ganha sempre perde.

Já no frescobol é diferente: o sonho do outro é um brinquedo que deve ser preservado, pois se sabe que, se é sonho, é coisa delicada, do coração.
O bom ouvinte é aquele que, ao falar, abre espaços para que as bolhas de sabão do outro voem livres.

Bola vai, bola vem – cresce o amor…

Ninguém ganha para que os dois ganhem. E se deseja então que o outro viva sempre, eternamente, para que o jogo nunca tenha fim…

Fonte: Uma amiga por internet

O que voce acha da TV Record?

janeiro 29, 2010

O que voce acha da TV Record?

Este e o titulo da pesquisa que estou fazendo. Gostaria que voce que participa ou vita meu blog respondesse. A Record e do Edir Macedo, que se diz cristao, por isso voce acha que a programacao da Record e mais etica do que as da Globo, Bandeirantes, SBT e Rede Tv? Tem algum diferencial? Me responda e nos vamos debater.

Reflexao do Dia: A pena de pavão

janeiro 28, 2010

Conta uma lenda árabe que um nômade do deserto resolveu, certo dia, mudar de oásis.

Reuniu todos os utensílios que possuía e de modo ordenado, foi colocando-os sobre o seu único camelo.

O animal era forte e paciente. Sem se perturbar, foi suportando o peso dos tapetes de predileção do seu dono.

Depois, foram colocados sobre ele os quadros de paisagens árabes, maravilhosamente pintados.

Na seqüência, foram acomodados os objetos de cozinha, de vários tamanhos.

Finalmente, vários baús cheios de quinquilharias. Nada podia ser dispensado. Tudo era importante.

Tudo fazia parte da vida daquele nômade, que desejava montar o novo lar, em outras paragens, de igual forma que ali o tinha.

O animal agüentou firme, sem mostrar revolta alguma com o peso excessivo que lhe impunha o dono.

Depois de algum tempo, o camelo estava abarrotado. Mas continuava de pé.

O beduíno se preparava para partir, quando se recordou de um detalhe importante: uma pena de pavão.

Ele a utilizava como caneta para escrever cartas aos amigos, preenchendo a sua solidão, no deserto.

Com cuidado, foi buscar a pena e encontrou um lugarzinho todo especial, para colocá-la em cima do camelo.

Logo que fez isso, o animal arriou com o peso e morreu. O homem ficou muito zangado e exclamou:

“Que animal mole! Não agüentou uma simples pena de pavão!”

Por vezes, agimos como o nômade da história. Não é raro o trabalhador perder o emprego e reclamar: “Fui mandado embora, só porque cheguei atrasado 10 minutos.”

Ele se esquece de dizer que quase todos os dias chega atrasado 10 minutos.

Outro diz: “Minha mulher é muito intolerante. Brigou comigo só porque cheguei um pouquinho embriagado, depois da festinha com os amigos.”

A realidade é que ele costuma chegar muitas vezes embriagado, tornando-se inconveniente e até agressivo.

Há pessoas que vivem a pedir emprestado dinheiro, livros, roupa para ir a uma festa, uma lista infindável.

E ficam chateadas quando recebem um não da pessoa que já cansou de viver a emprestar!

Costuma-se dizer que é a gota d’água que faz transbordar a taça. Em verdade, todo ser humano tem seu limite.

Quando o limite é ultrapassado, fica difícil o relacionamento entre as pessoas.

No trato familiar, são as pequenas faltas, quase imperceptíveis, que se vão acumulando, dia após dia.

É então que sucumbem relacionamentos conjugais, acabam casamentos que pareciam duradouros.

Amizades de longos anos deterioram. Empregos são perdidos, sociedades são desfeitas.

Tudo se deve ao excesso de reclamações diárias, faltas pequenas, mas constantes, pequenos deslizes, sempre repetidos.

Mentiras que parecem sem importância. Todavia, sempre renovadas.

Um dia surge em que a pessoa não suporta mais e toma uma atitude que surpreende a quem não se dera conta de como a sobrecarregara, ao longo das semanas, meses e anos.

* * *

Fique atento em todas as suas atividades diárias.

Não deixe que suas ações prejudiquem a outros, mesmo que de forma leve.

Não descarregue nos outros a sua frustração ou insatisfação.

Preze as amizades. Preserve a harmonia do ambiente familiar.

Seja você, sempre, quem tolere, compreenda e tenha sempre à mão uma boa dose de bom senso.

Fonte: Paulo Henrique Montoni Kemp
MAHLE Metal Leve S.A.
Laboratório Químico

Reflexao do Dia: O que sei sobre o Criador

janeiro 28, 2010

O que sei sobre o Criador
Pe. Zezinho, scj

Ninguém o revelou melhor do que Jesus. Ensinou-se a imaginar um pai exigente, mas infinitamente bom e perdoador. Disse que veio Dele. Encheu nosso coração e acendeu nossa imaginação de vontade de saber mais sobre Ele. Mais importante: disse que o deveríamos chamar de Pai porque o Criador, antes de tudo, é Pai.
Imagine, pois, um arquiteto chamado Deus, que fez um gigantesco monumento chamado Universo, misterioso e cheio de detalhes indecifráveis. O monumento apenas lembra que Ele, o autor, existe, mas não deixa nenhum desenho ou sinal de como ele era. Estudando-o, saberemos que alguém muito competente criou aquele monumento, mas não sabemos como ele era.
Nem poderemos dizer que esta sua obra se parece ou é igual a Ele porque nunca ninguém vivo o viu. Mal conhecemos um canto do Universo, como queremos comparar o Universo desconhecido ainda, ao Deus ainda mais desconhecido? Quem falou dele não deixou descrição clara o suficiente para que possamos dizer: Deus é assim.
Só podemos dizer que fez algo maravilhoso e misterioso. O Criador não se parece com a sua criatura, o Universo. Mas o Universo, pelo seu mistério, tem algo de semelhante ao seu criador. Até hoje ninguém conseguiu destrinchar os detalhes desta obra e por tempo inimaginável não vai conseguir. É demais para nossos recursos. Quando tivermos descoberto o que acharmos quase tudo, ainda ficará faltando quase tudo.
Isto eu posso saber sobre Deus; você também: Deus é muito mais! Junte toda a sabedoria que há e ainda não saberemos dizer quem é Deus. É mais fácil dizer que existe, mas defini-lo é impossível, faltam pensamentos e palavras para tanto!

Pensaste em mim
Letra e Música de Pe. Zezinho – scj
DO AMOR SERENO DE UM CASAL FOI QUE EU NASCI
MAS ERAS TU QUE ME QUERIAS POR AQUI
ESTAVAS LÁ NO AMOR BONITO DE MEUS PAIS
MAS DESDE ENTÃO ME RESERVAVAS MUITO MAIS
PENSASTE EM MIM QUANDO NEM MESMO EU EXISTIA
SOU RESULTADO DO TEU INFINITO AMOR
EU TE AGRADEÇO A CADA NOVO E SANTO DIA
POR TEU AMOR ESSENCIALMENTE CRIADOR
A MINHA PRECE AGRADECIDA EU VIM FAZER
PORQUE ME DESTE A ENORME CHANCE DE NASCER
ESTAVAS LÁ QUANDO EU CRESCI PRA SER ALGUÉM
ESTÁS COMIGO A ME MOSTRAR O QUE CONVÉM
PENSASTE EM MIM A CADA PASSO DA JORNADA
SOU RESULTADO DESSE AMOR QUE NÃO TEM FIM
MINHA ALMA SEGUE PASSO A PASSO NESSA ESTRADA
ANTES QUE EU PENSE SEI QUE JÁ PENSASTE EM MIM

Fonte:  Site Paulinas

Reflexao do Dia: Católicos chamam Lula de Herodes

janeiro 27, 2010

Herodes, aquele que, segundo a Bíblia, ordenou a “matança dos inocentes”, é como a Igreja Católica agora denomina o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em panfleto distribuído em São Paulo contra pontos dos quais discorda no 3º Programa Nacional de Direitos Humanos, lançado em dezembro pelo governo.

No livro de São Mateus, Herodes ordena o extermínio de todas as crianças menores de dois anos em Belém, na Judeia, para não perder seu trono àquele anunciado como o recém-nascido rei dos judeus, Jesus Cristo. Para a igreja, o “novo Herodes” autorizará o mesmo extermínio anunciando-se a favor da descriminalização do aborto.

No panfleto, intitulado “Presente de Natal do presidente Lula”, a Comissão Regional em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), contesta este e outros pontos do já polêmico plano. “Herodes mandou matar algumas dezenas de recém-nascidos (Mt 2,16). Com esse decreto, Lula permitirá o massacre de centenas de milhares ou até de milhões de crianças no seio da mãe!”, incita o documento.

Segundo Dom José Benedito Simão, presidente da comissão e bispo auxiliar da arquidiocese de São Paulo, a igreja não é contra o plano em sua totalidade, mas considera que quatro deles “agridem” os direitos humanos. Além da questão do aborto, são eles: união civil entre pessoas do mesmo sexo, direito de adoção por casais homoafetivos e a proibição da ostentação de símbolos religiosos em estabelecimentos públicos da União.

“Não é uma campanha contra o projeto, mas alguns pontos em que acreditamos que ele agride e extrapola os direitos humanos e o direito à vida”, critica Dom Simão. “O que nós contestamos é a falta de sensibilidade desse decreto, que funciona como um projeto, e não ajuda em nada ao Estado Democrático de Direito em que queremos viver. Não queremos cair em outra ditadura. Esse decreto é arbitrário e antidemocrático”, completa.

 
Segundo Dom Simão, que também é bispo da Diocese de Assis, no interior de São Paulo, a intenção é ampliar a distribuição e divulgação do panfleto em todas as cidades do Estado e também pela internet. “Ele [o plano] não está a favor do Brasil. Agora vem o presidente dizer que não sabia, que assinou sem ler? Como vai assinar se não leu?”

Sobre a questão da retirada dos crucifixos, o bispo defende que não somente os símbolos da Igreja Católica estejam presentes, como também o de outras religiões. “Nós não queremos que retire, queremos é que se coloquem mais símbolos ainda. A igreja sempre defendeu os direitos humanos e vai apoiar o governo em tudo o que for a favor da vida. Mas esse plano tem que ser revisto sim. O governo só reviu a questão dos militares, mas nesses quesitos não está querendo rever. Que princípios o governo quer defender com esse projeto?”

A CNBB nacional também criticou os mesmos pontos no programa, por meio de nota oficial. Mas sua assessoria de imprensa disse desconhecer a distribuição do panfleto, alegando que o regional tem autonomia para determinadas ações, que não precisam passar pelo seu crivo. A assessoria informou ainda que a CNBB nacional não irá se manifestar sobre o panfleto.

Fonte: Enviado por email por um amigo

ARANHA E A FÉ

janeiro 26, 2010

  Uma vez um homem estava sendo perseguido por vários malfeitores que queriam matá-lo.

O homem, correndo, virou em um atalho que saía da estrada e entrava pelo meio do mato e, no desespero, elevou uma oração a Deus da seguinte maneira:

– Deus Todo Poderoso, fazei com que dois anjos venham do céu e tapem a entrada da trilha para que os bandidos não me matem!!!

Nesse momento escutou que os homens se aproximavam da trilha onde ele se escondia e viu que na entrada da trilha apareceu uma minúscula aranha.

A aranha começou a tecer uma teia na entrada da trilha.

– Senhor, eu vos pedi anjos, não uma aranha. Senhor, por favor, com tua mão poderosa coloca um muro forte na entrada desta trilha, para que os homens não possam entrar e me matar…

Então ele abriu os olhos esperando ver um muro tapando a entrada e viu apenas a aranha tecendo a teia.

Os malfeitores estavam entrando na trilha, na qual ele se encontrava, e ele estava esperando apenas a morte.

Quando passaram em frente da trilha o homem escutou:

– Vamos, entremos nesta trilha.
– Não, não está vendo que tem até teia de aranha? Nada entrou por aqui.  Continuemos procurando nas próximas trilhas.

 Fé é crer no que não se vê, é perseverar diante do impossível.
Às vezes pedimos muros para estarmos seguros, mas Deus pede que tenhamos confiança n’Ele para deixar que Sua Glória se manifeste e faça algo como uma teia, que nos dá a mesma proteção de uma muralha.

  Nunca desanime em meio às lutas, siga em frente, pois Deus disse: “diga ao fraco que Eu sou forte”. 

  São nos momentos mais difíceis que encontramos em Deus a nossa força.

Autor desconhecido

Reflexao do Dia: Dra Zilda Arns

janeiro 26, 2010

“Nao se engane, uma gotinha, faz sim, a diferenca no oceano”. Seja voce tambem um amigo das criascas pobres.

Entenda o que esta por tras da desgraca da Lei do Aborto

janeiro 25, 2010
NECESSÁRIA PARA A DEFESA DA VIda
 
DE ONDE VEM O MOVIMENTO MUNDIAL A FAVOR
DO ABORTO?
 
APRESENTAÇÃO E RESENHA
 
Sempre houve uma minoria muito reduzida de pessoas que eram a favor da
legalização do aborto, mas o movimento só ganhou a força que possui
hoje graças à iniciativa do mega-bilionário americano John
Rockefeller III. Em 1952 Rockefeller e mais 26 especialistas em demografia
fundaram em Williamsburg o Population Council, a organização
que desencadeou o projeto mundial de controle populacional.
 
O problema, porém, é que John Rockefeller III era um homem de
visão muito curta e não conseguiu perceber que o projeto, para ser
executado com sucesso, exigiria
 
1. recorrer interminavelmente a práticas anti-democráticas, as
quais teriam que ser executadas com o mínimo possível de divulgação
ao público;
 
2. o desmantelamento da Igreja Católica e a alteraração dos
julgamentos morais e éticos dos indivíduos e da sociedade;
 
3. convencer a sociedade que não existe vida humana antes do
nascimento, algo totalmente impossível diante das evidencias
crescentes do desenvolvimento científico e tecnológico.
 
Ou seja, não conseguiu compreender que tal projeto não poderia ser viável e
não poderia ter futuro.
 
Hoje o Partido dos Trabalhadores decidiu aliar seu próprio projeto
político ao projeto internacional do aborto e querer afundar junto com
ele. A este caso de miopia política o Partido acaba de acrescentar a
condenação unânime dos deputados Luis Bassuma (PT-BA) e
Afonso Henrique (PT-AC), acusados de violação da Ética
Partidária por terem militado contra a legalização do aborto e por
haverem criado no Congresso a Comissão Parlamentar de Inquérito
sobre o Aborto para investigar quem está financiando a promoção da
prática no Brasil.
 
A organização Provida Familia de Brasília acaba de divulgar uma
circular entre os movimentos a favor da vida sobre a importância da
CPI do Aborto a qual, embora já criada, não foi instalada devido ao
forte lobby dos mesmos grupos que promovem o aborto no Brasil e que
seriam investigados caso a CPI se instalasse. Para que a CPI
seja instalada, os líderes das bancadas na Câmara devem indicar os
nomes dos deputados que comporão a Comissão, e é justamente esta indicação
que o lobby dos promotores do aborto está impedindo. No final desta
mensagem estão listados os líderes de bancada que ainda não indicaram
os parlamentares para a CPI.
 
Segundo a circular do Provida Familia,
 
“A MAIS IMPORTANTE ATIVIDADE EM DEFESA
DA VIDA NO MOMENTO DIZ RESPEITO À
INSTALAÇÃO DA CPI DO ABORTO NA CÂMARA
DOS DEPUTADOS.
 
ESSA CPI FOI CRIADA MAS PARA SUA
INSTALAÇÃO É NECESSÁRIO QUE OS LÍDERES
PARTIDÁRIOS INDIQUEM SEUS MEMBROS. HÁ
UM FORTE ‘LOBBY’ DOS GRUPOS FEMINISTAS
PARA QUE NÃO SE INSTALE ESSA CPI COM O
ARGUMENTO DE QUE É PARA PUNIR AS
MULHERES QUE FIZERAM ABORTO.
 
NA REALIDADE O QUE OS PROMOTORES DO
ABORTO TEMEM É TORNAR PÚBLICO QUE ELES
ESTÃO A SERVIÇO DE INTERESSES
INTERNACIONAIS DE CONTROLE
POPULACIONAL E QUE PARA ISSO
ORGANIZAÇÕES INTERNACIONAIS INVESTEM
MILHÕES DE DÓLARES PARA LEGALIZAÇÃO DO
ABORTO NO PAIS. UMA VEZ INSTALADA ESSA
CPI ESTARÃO PARALIZADOS E ARQUIVADOS
OS PROJETOS DE LEI DO ABORTO NO
CONGRESSO NACIONAL.
 
É IMPORTANTE QUE VOCÊ CONTACTE OS
LÍDERES (ENDEREÇOS ABAIXO) ATRAVÉS DE
E-MAILS, FAXES, TELEFONEMAS, CARTAS,
CONTATO PESSOAL E PEÇA-LHES PARA
INDICAREM OS MEMBROS DESSA CPI”.
 
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DE ONDE VEM O MOVIMENTO MUNDIAL A FAVOR
DO ABORTO?
 
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Sempre houve uma minoria muito reduzida de pessoas que eram a favor da
legalização do aborto, mas o movimento só ganhou a força que possui
hoje graças à iniciativa do mega-bilionário americano John
Rockefeller III. Herdeiro de uma imensa fortuna e de uma extensa
rede de instituições filantrópicas, indeciso sobre como assumir o
comando de uma organização tão complexa em que parecia não haver
espaço nem recursos para nenhuma inovação, sentiu-se atraído nos
anos 50 pela questão ainda emergente da explosão populacional. O
problema poderia ser resolvido promovendo o desenvolvimento educacional
e econômico do terceiro mundo mas, em vez disso, as organizações
Rockefeller resolveram utilizar-se de seus fabulosos recursos para
tentar resolver o problema através do controle direto da natalidade,
dentre os quais o principal método viria a ser o aborto.
 
Em 1952 Rockefeller e mais 26 especialistas em demografia
fundaram em Williamsburg o Conselho Populacional, uma organização
que desencadeou um projeto mundial de controle populacional. O
Conselho Populacional arrastou na sua esteira, imediatamente a
seguir, a imensa Fundação Ford e as próprias organizações
Rockefeller e, a partir de 1990, uma quantidade
extraordinariamente grande de outras e novas fundações
internacionais.
 
O problema, porém, é que John Rockefeller III era um homem de
visão muito curta e não conseguiu perceber que um projeto que, para
ser executado com sucesso, necessitaria incluir a implantação do
aborto totalmente livre como um direito a nível mundial é um projeto
que já nasceu falido, pelo menos pelas seguintes três dificuldades.
 
A primeira dificuldade estava em ter-se verificado, já desde os seus
primórdios, que para que um projeto como este pudesse prosperar,
necessitaria recorrer interminavelmente a práticas
anti-democráticas, as quais teriam que ser executadas em sigilo, com
o mínimo de divulgação por parte da imprensa.
 
Os exemplos são inúmeros, um número tão grande que se torna
impossível enumerá-los aqui, e tantos, que pode-se dizer que todo
processo de implantação do aborto no mundo só foi essencialmente
possível através da prática da anti-democracia. Não preciso
convencer os que promovem o aborto sobre a veracidade desta
afirmação. Os que realmente planejam as ações sabem muito bem que
é assim. Limitado ao jogo limpo e democrático, a questão do aborto
inevitavelmente perde. Nos Estados Unidos cunhou-se a expressão
“rights by steal” para designar o processo, retirada literalmente dos
próprios memorandos dos que promovem o aborto, e que em português se
traduziria aproximadamente como “a obtenção do direito através do
assalto”. Um exemplo disso deu-se já no início do movimento pela
legalização do aborto nos Estados Unidos. O primeiro Estado
americano a legalizar o aborto, mas apenas até o terceiro mês de
gestação, foi o Colorado, em 1968. Surgiu em seguida uma
contra reação tão forte nos parlamentos estaduais que ficou claro que
o resultado final do processo que se desdobraria a partir daí seria
claramente a favor da vida. Foi então preciso recorrer à Suprema
Corte de Justiça para que, usurpando as atribuições que deveriam
pertencer ao Legislativo e impedindo o livre debate democrático que
estava em curso, através da apresentação de um caso de estupro
ocorrido no Texas que depois revelou-se falso pela confissão dos
próprios autores, o aborto pudesse finalmente ser amplamente
legalizado, durante todos os nove meses da gravidez, por uma súbita
imposição de cinco dos nove juízes da Suprema Corte. Em janeiro
de 1973, pela célebre decisão Roe x Wade, a Suprema Corte de
Justiça dos Estados Unidos decidiu que o aborto deveria ser legal,
em todo o país, durante todos os nove meses da gravidez, sem
necessidade de que a mulher, do primeiro até o sexto mês,
apresentasse nenhum motivo para pedir o aborto e, a partir daí, do
sexto até o nono mês, bastando apenas que ela apresentasse qualquer
motivo. Ademais, segundo declarou a sentença da maioria,
 
“A CONSTITUIÇÃO AMERICANA NÃO DEFINE O
QUE SEJA PESSOA, MAS O USO DA PALAVRA É
TAL QUE ELA SOMENTE PODE SER APLICADA
APÓS O NASCIMENTO. NADA INDICA QUE ELA
POSSA TER NENHUMA APLICAÇÃO PRÉ-NATAL
POSSÍVEL. ALÉM DISSO, DEVERIA SER
SUFICIENTE OBSERVAR A GRANDE
DIVERGÊNCIA DE PENSAMENTO A RESPEITO
DA QUESTÃO SOBRE QUANDO SE INICIA A
VIDA. SEMPRE HOUVE GRANDE
FUNDAMENTAÇÃO PARA SUSTENTAR-SE QUE A
VIDA SOMENTE SE INICIA APÓS O
NASCIMENTO. A LEI SEMPRE FOI RELUTANTE
EM ADMITIR QUALQUER TEORIA DE QUE A
VIDA, TAL COMO A RECONHECEMOS, SE
INICIA ANTES DO NASCIMENTO”.
 
http://womenshistory.about.com/library/etext/gov/bl_roe_f.htm
 
A absurda sentença já tinha tido um precedente. A Suprema Corte
de Justiça americana já havia sentenciado, cem anos antes,
praticamente a mesma coisa sobre os escravos africanos, um dos motivos
que acabou desencadeando a Guerra de Secessão. Desconsiderando
lições óbvias da História, que ensina que não se podem ocultar
verdades evidentes, o movimento criado a favor do aborto julgava que,
conforme atesta uma ampla literatura, a causa estaria politicamente
encerrada e que o povo americano se conformaria definitivamente com a
sentença. Pode parecer inacreditável, mas os documentos atestam que
os promotores do aborto realmente acreditavam que se a Suprema Corte
havia decretado que não havia vida antes do nascimento, então todos
os americanos acabariam aceitando que não havia vida antes do
nascimento. Mas o próprio recurso ao Poder Judiciário, em uma
causa que deveria pertencer ao legislativo e que estava sendo
intensamente debatida na sociedade, revelou-se tão odiosamente
antidemocrático que, em conjunto com a própria absurdidade da
sentença, acabou por desencadear não o fim da controvérsia, mas a
organização definitiva de um movimento a favor da vida que não parou
mais de crescer até hoje nos Estados Unidos. No Brasil, passados
quase quatro décadas, a imprensa não divulgou ainda, uma única
vez, como o judiciário americano obrigou todos os estados da
federação a instituir o aborto livre e legal durante todos os nove
meses da gravidez, diante do espanto geral dos que compreenderam o que
estava acontecendo, pois a possibilidade de legalizar-se o aborto
durante todos os nove meses da gravidez era um assunto que jamais havia
sido nem debatido nem tampouco pensado na sociedade estadunidense.
Proliferam hoje no país clínicas especializadas em aborto de último
trimestre. A mídia brasileira não divulga estas notícias pelo
receio de tornar a população ainda mais contrária à legalização do
aborto do que ela já é.
 
A segunda dificuldade consiste em que, para que possa prosperar um
projeto que para ser executado necessite incluir a implantação do
aborto totalmente livre, tal projeto exigiria a destruição da Igreja
Católica. Destruir a Igreja Católica, porém, seria uma
façanha que nem os Césares, nem as invasões bárbaras, nem a
Renascença, nem Revolução Francesa, nem Napoleão, nem os
maiores gênios políticos da História até hoje não puderam
conseguir. Quer os promotores do aborto o tenham entendido ou não,
– parece que no início não tiveram uma idéia clara a este respeito,
mas hoje tudo indica que já o entenderam-, enquanto a Igreja
Católica não for destruída, o aborto nunca poderá ser
definitivamente implantado como um direito. Ele sempre será um
delito. A Fundação Ford, começou a sinalizar ter entendido esta
necessidade em 1990, ao publicar o célebre relatório
programático intitulado “Saúde Reprodutiva: Uma Estratégia para
os Anos 90″. Neste documento, a Fundação estimava que para a
população mundial alcançar o crescimento zero seria necessária uma
redução da natalidade para a qual a oferta de serviços médicos,
incluindo a legalização do aborto, somente poderia contribuir no
máximo com 40% do total necessário. Os restantes 60%, segundo
o relatório, não poderiam ser alcançados apenas com reformas legais
e ofertas de serviços, mas fazia-se necessário
 
“INTRODUZIR A EDUCAÇÃO SEXUAL PRECOCE,
ALTERAR O STATUS DA MULHER NA SOCIEDADE
E ALTERAR O JULGAMENTOS MORAIS E ÉTICOS
DOS INDIVÍDUOS E DA SOCIEDADE”,
 
[Reproductive Health: A Strategy for the 1990s:
http://www.fordfound.org/archives/item/0148]
 
para lograr o que, porém, seria necessário destruir efetivamente o
papel da Igreja Católica na sociedade.
 
A terceira dificuldade consiste em que, para prosperar, o projeto
precisaria, ademais convencer a sociedade que não existe vida humana
antes do nascimento, algo totalmente impossível diante dos instintos
maternos fortemente instalados na natureza humana e diante do
desenvolvimento científico e tecnológico, que mostra cada vez mais
claramente, com novos e espetaculares recursos a cada dia que se
passa, exatamente o contrário.
 
Ora, qualquer projeto que, para vencer, deva ocultar constantemente
seu modo de proceder e subverter os princípios democráticos e que,
para consolidar-se, deva propor-se a destruir a Igreja Católica,
“alterar os julgamentos morais e éticos dos indivíduos e da
sociedade”, e desafiar as evidências mais manifestas que surgem todos
os dias graças à ciência, não poderia nunca ter sido considerado,
por nenhum estrategista sensato, como um projeto de futuro. A
primeira dificuldade poderia ser vencida, durante algum tempo, por um
poder econômico muito grande; não, porém, durante todo o tempo,
por maior que fosse tal poder. Quanto à segunda dificuldade, há
quem suponha que poderia ser vencida por um poder divino, não talvez
por um poder meramente humano. Mas no que diz respeito à terceira
dificuldade, esta já não poderia ser vencida nem mesmo por um poder
divino. Um projeto como este, ainda que criado pelas poderosas
organizações Rockefeller e Ford, é um projeto falido em seu
próprio princípio. É uma missão impossível ou, como se diz em
português, uma canoa furada.
 
Hoje pertence ao senso comum espantar-se pela falta de visão do
projeto do Partido Nazista alemão, do qual era possível prever a
viabilidade pelas reações praticamente insuperáveis que acabaria por
suscitar. No entanto, não é difícil entender que um estrategista
isento, sentado junto a uma mesa de trabalho e comparando friamente
ambas as propostas, teria que concluir que o projeto nazista, já
insustentável a longo prazo, teria ainda assim, tecnicamente
considerado, maiores probabilidades de êxito do que o projeto Ford e
Rockefeller. É espantoso observar o quanto os envolvidos nestes
projetos não conseguiam perceber afirmações tão evidentes.
 
Porém, mais espantoso do que isto, é observar agora o Partido dos
Trabalhadores, que não estava envolvido com estas questões, ter
decidido, com a total aprovação do presidente Lula, diante de uma
população crescentemente contra a legalização do aborto, atirar-se
contra a sua base e contra a Igreja que o ajudou a organizar-se,
aliar seu próprio projeto político ao projeto internacional do aborto
e querer afundar junto com ele. E, se isto já não mostrasse
suficientemente um caso gravíssimo de miopia política, o Partido
acrescenta-lhe a condenação unânime de dois dos seus membros que
mais claramente haviam percebido as verdadeiras dimensões do problema,
impossibilitando sua atividade legislativa.
 
Para os próprios deputados, o julgamento poderá render os efeitos
contrários aos desejados pelo Partido dos Trabalhadores. O partido
desejava puní-los, mas, em vez disso, pode tê-los consagrado.
 
Em primeiro lugar, os deputados foram apresentados à nação como
homens honestos. Se o Partido queria expulsá-los, a coisa mais
fácil para isso teria sido flagrá-los e acusá-los de corrupção,
coisa comum entre políticos. Não conseguiu fazê-lo. Em vez
disso, atestou publicamente que nada encontrou nos acusados que pudesse
comprometê-los, exceto haverem defendido o direito à vida.
 
Em segundo lugar, o deputados foram apresentados à nação como
políticos capazes de serem fiéis aos seus ideais e às suas propostas
de trabalho. O julgamento mostrou que estes homens não puderam ser
comprados pela ameaça, pelo desprezo, ou pela própria expulsão do
partido a que serviam.
 
O quadro com que o PT apresentou os deputados Luiz Bassuma e
Henrique Afonso ao povo brasileiro, se as notícias fossem
divulgadas, representaria justamente o perfil dos políticos que
qualquer eleitor brasileiro sempre sonhou que deveria existir em algum
lugar, um político que qualquer partido honesto teria orgulho de
exibir em suas fileiras. O PT declarou que conseguiu encontrar dois
deles dentro de seus próprios quadros. Porém, em vez de
acolhê-los, reconhecendo necessitar de pessoas deste porte para
renovar sua imagem, fortemente abalada por constantes episódios de
corrupção, declarou em vez disso, por unanimidade, que os
políticos que possuírem tais currículos estão violando gravemente o
Código de Ética do Partido.
 
A violência envolvida neste julgamento do Partido dos Trabalhadores
não é apenas um grave golpe à defesa da dignidade da vida humana e à
liberdade de expressão no Brasil. Ela representa um sinal claro da
existência de um compromisso programático contra o direito à vida por
parte do governo Lula, e um prenúncio de outras medidas ainda mais
radicais que serão tomadas no futuro.
 
Para os deputados condenados, este julgamento representaria uma
consagração jamais vista a uma carreira política, algo que não me
recordo de ter presenciado em nenhum lugar, se as informações
realmente pudessem circular livremente. Depende unicamente dos que
receberem esta mensagem que o seu conteúdo possa se tornar domínio
público, para defesa da democracia e do estado de direito.
 
O Brasil está enfrentando o maior e mais ordenado ataque já
desencadeado contra a dignidade da vida humana que houve em sua
história. É necessário esclarecer de onde ele vem, como ele age, e
como o governo brasileiro decidiu envolver-se com esta agenda
monstruosa. A divulgação destas informações são essenciais para a
defesa da dignidade da vida humana e a preservação do ideal
democrático.
Fonte:  SVD enviado por um amigo sacerdote

Reflexao do Dia: O que e o casamento?

janeiro 25, 2010