Parabens aos que chamam Jorge

Um dos santos mais venerados pela Igreja Católica, São Jorge conta com milhões de devotos pelo mundo todo. No dia 23 de abril, dia do Santo Guerreiro, os festejos acontecem em todo o Brasil, principalmente no Rio de Janeiro.

Nesse ano, as homenagens ao mártir começam às 5h com uma alvorada, seguida de missa na Igreja de São Gonçalo e São Jorge, na Rua da Alfândega, 382, no Centro. Às 8h, uma carreata com a imagem de São Jorge sai em direção a Igreja de Quintino, na Rua Clarimundo de Melo, 769. Às 10h haverá uma Missa Solene. Às 14h começa a homenagem ao santo, em frente à Igreja da Ressurreição, na Rua Francisco Otaviano. Às 3h haverá mais uma Missa Solene, dessa vez no Forte de Copacabana. Logo depois começa a procissão motorizada. Mil motociclistas vão sair em direção à igreja de São Jorge, no Centro. Às 5h 30m, o arcebispo do Rio, Dom Orani Tempesta vai participar de vários eventos em Santa Cruz, no Largo do Bodegão, 435, entre eles uma Cavalgada em homenagem a São Jorge.

História

Nascido na antiga Capadócia, que atualmente faz parte da Turquia, São Jorge era filho de pais católicos. Mudou-se para Palestina quando ainda era criança, logo após o seu pai morrer em uma batalha. A cidade Natal de sua mãe era Lida, também na Palestina.

Na adolescência, Jorge resolveu tornar-se militar e rapidamente foi promovido a capitão do exército romano por sua habilidade e dedicação. Mais tarde, o imperador iria lhe conferir o titulo de conde. Aos 23 anos Jorge passou a residir na corte imperial de Roma, exercendo altas funções.

Já nessa época o imperador Diocleciano tinha planos de matar todos os cristãos. No dia em que o senado iria confirmar o decreto imperial, Jorge levantou-se e afirmou que os ídolos adorados nos templos pagãos eram falsos deuses. Diante do espanto de todos com a declaração, Jorge foi indagado sobre sua ousadia e afirmou ser por causa da verdade. O  cônsul, não satisfeito, quis saber, então o que é a verdade. Jorge respondeu: “A verdade é meu Senhor Jesus Cristo, a quem vós perseguis, e eu sou servo de meu redentor Jesus Cristo, e nele confiado me pus no meio de vós para dar testemunho da verdade”.

Como São Jorge era fiel a Jesus, o Imperador o torturava tentando fazê-lo desistir da fé que tinha. Vendo que a fidelidade de Jorge pelo Senhor não diminuía, Diocleciano mandou degolá-lo no dia 23 de abril de 303.

São Jorge e o dragão

A imagem de São Jorge lutando contra um dragão foi amplamente difundida desde a idade média e tem origem em uma lenda criada sobre o mártir. A história é contada de várias maneiras. Diz a lenda que um terrível dragão saia as vezes das profundezas de um lago e se atirava contra os muros da cidade, matando pessoas com seu hálito mortífero.

Para afastar o monstro, a população do lugar oferecia jovens vitimas, que eram escolhidas por sorteio. Um dia coube a filha do Rei ser oferecida como comida ao dragão. O Monarca, que nada poderia fazer, acompanhou-a com lágrimas até as margens do lago. A princesa parecia destinada a morte, quando de repente apareceu um corajoso cavalheiro vindo de Capodócia. Era São Jorge.

O Guerreiro desembainhou a espada e venceu o dragão. Jorge assegurou a todos que tinha vindo, em nome de cristo, lutar contra o mostro e que eles deveriam converter-se e serem batizados.

Fonte: Arquidiocese do Rio de Janeiro
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