Archive for agosto \29\UTC 2010

Os Santos existem! A Biblia garante!

agosto 29, 2010

São Paulo aos Hebreus 12, 22-23

22. Vós, ao contrário, vos aproximastes da montanha de Sião, da cidade do Deus vivo, da Jerusalém celestial, das miríades de anjos,

23. da assembléia festiva dos primeiros inscritos no livro dos céus, e de Deus, juiz universal, e das almas dos justos que chegaram à perfeição, (…).

Como você pode ver, a parte em vermelho fala que os justos (o homem e a mulher que são bons) chegaram à perfeição. Quando uma pessoa é boa, no Maximo que ela pode ser, ela chega à perfeição da bondade, portanto á máxima identificação, com Cristo que uma pessoa pode chegar, então, a este grau de identificação chamamos Santo. Ou seja, a pessoa supera o conceito de bom e se torna, um grau a mais: Santo. É Santos porque imitam a Cristo no Maximo que um ser humano pode imitar.

Conhecemos algumas pessoas assim: Dom Helder, Dom Luciano, Irma Dulce, Madre Tereza de Calcutá, Nhá Chica, Lola e tantos outros…

Missa da Saude que Cura e Liberta nesta Sexta-feira dia 27/08/2010 as 19 horas

agosto 26, 2010

A Igreja de Santa Rita de Cassia  esta esperando voce para este momento, unico de fé e oraçao! Venha participar conosco. Voce faz parte da familia de Santa Rita! Leve sua Biblia, seus objetos de devoçao, fotografias, remedios, agua, enfim, tudo que voce precisa para levar para sua casa a bençao como herança de Deus. Nao esqueça de trazer, por escrito, o seu pedido de oraçao que sera queimado durante a Missa.

Para servir bem a voce devoto de Santa Rita, estara funcionando uma barraquinha de objetos religiosos, e um delicioso caldo verde, para quem saiu do trabalho e vem direto pra missa.

Nossa Paroquia pensa em voce e na sua comodidade. Antes da missa, voce ja podera fazer o seu lanche. E assim, Deus te abençoando e, nos como irmaos, construindo o Reino de Deus!

Estou te aguardando para esse momento de fé.

Carta do senhor Arcebispo Dom Gil sobre a as eleiçoes II parte

agosto 26, 2010

2. A IGREJA TEM CANDIDATOS OU PARTIDOS?

Como instituição, a Igreja não propõe nomes de candidatos, de partidos, mas indica princípios e critérios para que, à luz da Doutrina Cristã, todo cidadão e, principalmente seus fiéis, possam ter o discernimento e votar conscientemente, a fim de contribuir para o crescimento e o amadurecimento político do País.

Há bons candidatos e há candidatos que não são dignos de confiança. Há partidos cujos programas são bons e há partidos que apresentam aspectos que contradizem a fé cristã. Há partidos que pregam o ateísmo e tem histórico de perseguição à Igreja e às religiões. Estes não merecem a nossa confiança e nem nosso voto. Ainda que apresentem algum aspecto positivo em seu programa, sua ideologia não é aceitável a quem tem fé.

A partir do corrente ano, temos uma conquista popular, pela iniciativa da CN BB e de outros grupos organizados no País, para vencer a corrupção política. É a Lei da Ficha Limpa que se alia à Lei Contra a Compra de Votos, lei esta que também representa uma vitória popular, com a liderança da CNBB.

Sugiro que antes de votar, cada um busque as luzes do alto através da oração, a fim de que faça a escolha mais correta.

É necessário analisar os candidatos e os partidos a partir de critérios condizentes com a !’Iossa fé cristã. Ao escolher um candidato, é preciso ter presente os princípios da moral e da ética. Por exemplo, se há certeza de que alguém é envolvido com esquemas de corrupção, mesmo que ainda não seja condenado pela Justiça, isto bastaria para não lhe conceder o voto, pois o voto é, em certo modo, uma espécie de atestado de honestidade que o eleitor dá a alguém para que aja em nome e em favor do povo.

3. NINGUÉM DEVE ANULAR O SEU VOTO

 No presente momento, após a decepcionante onda de escândalos na política nacional, envolvendo . vários partidos, um clima de desânimo e indignação paira sobre a sociedade brasileira. Também a inclusão de falsos direitos no Plano Nacional dos Direitos Humanos 3 (PNDH3), lançado pelo Governo em dezembro de 2009, causa aos brasileiros muita desconfiança.

A Igreja quer ser um sinal de esperança diante de tudo isto. Ela crê que há políticos honestos que merecem o voto da população e podem mudar a situação para melhor. Porém, também está certa de que é preciso fortalecer as exigências éticas e trabalhar por uma ordem justa alicerçada na responsabilidade do voto consciente. É esta uma oportunidade verdadeira de valorizar o voto, pois a abstenção ou a anulação certamente favorecerá candidatos não indicados para funções tão nobres como a de exercer o poder em nome do povo. O voto é uma das formas de denunciar injustiças, cujas conseqüências são, eFltre outros problemas, a fome, a falta de atendimento médico condizente, de saneamento básico, de investimentos maiores na educação de qualidade, de eficaz combate à violência.

Promessas eleitoreiras

agosto 26, 2010

O processo das eleições de 2010 está em curso, seguindo o calendário da Justiça Eleitoral. A essa altura, faz parte da agenda dos candidatos a conquista de voto, através da operação “corpo a corpo”, junto aos eleitores, e da participação em debates, comícios e nos horários do guia eleitoral no rádio e na televisão. Todos os candidatos estão muito conscientes quanto à importância desse momento que pode favorecer ou prejudicar a sua performance perante o eleitorado. Orientados por um cuidadoso markting político, sempre se apresentam risonhos, quando fotografados ou expostos à midia.

Em campanha sob a égide da Legislação Eleitoral vigente, os candidatos estão atentos às disposições que combatem a corrupção eleitoral, uma prática muito antiga, que se revela de muitas maneiras, como a compra de votos. Como qualquer empreendimento que envolve mobilizações, uma campanha eleitoral implica elevados gastos financeiros e aí está a porta aberta para prática da corrupção, não obstante um incipiente controle da sociedade, por meio dos Comitês contra a Corrupção Eleitoral, e a aplicação de sanções, previstas na legislação, por parte de órgãos da Justiça Eleitoral. Os candidatos estão também atentos às exigências de apresentação de Ficha Limpa, perante os Tribunais, dado que, em grande escala, não há preocupação em tê-la perante a própria consciência e o eleitorado.

Nas eleições, há sempre um elemento presente na relação entre candidatos, eleitores e sociedade – as promessas de campanha. Em sua grandíssima maioria, os candidatos são exímios promesseiros. São incontáveis na história das eleições as promessas de seus candidatos, a exemplo de Odorico Paraguassu, candidato a Prefeito de Sucupira, que fez uma promessa factível, embora com intuito demagógico: “inaugurar o único cemitério da cidade, construído como a principal promessa de sua campanha para prefeito, já que, sempre que morria alguém na cidade, o corpo devia ser levado para a cidade vizinha para ser enterrado.” Mas fez também uma promessa enganosa: “Eu sou homem de uma palavra só, não sou um bivocabular. Comprometi-me inclusive a dar uma cova de graça ao eleitor que, na hora da extrema-unção, declare ter votado em mim.” Infelizmente, os Odoricos se multiplicam com suas promessas eleitoreiras.

Na verdade, há promessas factíveis e enganosas; o eleitor e a população devem exercitar sua capacidade de discernimento, identificando-as no discurso e na prática dos candidatos e, consequentemente, dando-lhes o voto de confiança ou alijando-os de suas pretensões eleitorais. O descumprimento de promessas, por parte dos candidatos, escapa aos controles legais, todavia, não deveria escapar ao juízo ético do eleitorado, durante a campanha e, sobretudo, no ato de votar. Alguma coisa já está sendo feita, visando “uma maior responsabilização pelos candidatos em relação as suas promessas durante o período eleitoral.” Há, de fato, uma responsabilidade mútua, enquanto, de sua parte, o eleitor e a população não devem deixar-se levar por promessas enganosas. “O processo eleitoral é um dos marcos da democracia moderna em que as partes se legitimam, o que infere a responsabilidade de ambos no reconhecimento por seus atos. Se levada por confiança em promessas de campanha a sociedade ver-se lograda posteriormente, torna-se passível a manifestação social e jurídica que revogue o mandato político do infiel, pois este é uma concessão e como tal pode ser revogado.”

Basicamente, o discernimento entre promessas realizáveis e enganosas está na consciência política da população e o poder de escolha está no dedo do eleitor, ao digitar na urna eleitoral o número de candidatos confiáveis. Esta é uma longa estrada a ser percorrida pela cidadania.

Dom Genival Saraiva de França

Fonte: CNBB

Missa da Saude dia 27 na Igreja de Santa Rita

agosto 22, 2010

Amigo,

voce que ja tentoude  tudo e sua vida nao resolveu. Venha participar conosco da Missa da Saude que cura e liberta. Dia 27 as 19 horas na igreja de Santa Rita. Leve sua Biblia!

Estamos te esperando. Deus tem uma bençao pra voce e sua familia.

CNBB rebate as Mentiras da Folha de Sao paulo

agosto 22, 2010

Prezado Senhor Diretor de Redação,

Foi com desagradável surpresa que vi estampada minha fotografia no topo da página A7 da Edição de hoje, sexta-feira, 20 de agosto, com a nota de que eu teria admitido que os católicos votem em candidatos que são favoráveis ao aborto.

Gostaria de expressar, mais uma vez, a posição inegociável da CNBB, que é a mesma do Magistério da Igreja Católica, de defesa intransigente da dignidade da vida humana, desde a sua concepção até a morte natural. O aborto é um crime que clama aos céus, um crime de lesa humanidade. Isso, evidentemente, não significa que o peso da culpa deva recair sobre a gestante. Também ela é, na maioria das vezes, uma grande vítima dessa violência, e precisa de acompanhamento médico, psicológico e espiritual. Aliás, esses
cuidados deveriam vir antes de uma decisão tão dramática.

Os católicos jamais poderão concordar com quaisquer programas de governo, acordos internacionais, leis ou decisões judiciais que venham a sacrificar a vida de um inocente, ainda que em nome de um suposto estado de direito. Aqui, vale plenamente o direito à objeção de consciência e, até, se for o caso, de desobediência civil.

O contexto que deu origem à manchete em questão é uma reflexão que eu fazia em torno da diferença entre eleições majoritárias e proporcionais. No caso da eleição de vereadores e deputados  (eleições proporcionais), o eleitor tem uma gama muito ampla para escolher. São centenas de candidatos, e seria impensável votar em alguém que defenda a matança de inocentes, ainda mais com dinheiro público. No caso de eleições majoritárias (prefeitos, senadores, governadores, presidente), a escolha recai sobre alguns poucos candidatos. Às vezes, sobretudo quando há segundo turno, a escolha se dá entre apenas dois candidatos. O que fazer se os dois são favoráveis ao aborto? Uma solução é anular o próprio voto. Quais as conseqüências disso? O voto nulo não beneficiaria justamente aquele que não se quer eleger? É uma escolha grave, que precisa ser bem estudada, e decidida com base numa visão mais ampla do programa proposto pelo candidato ou por seu Partido, considerando que a vida humana não se resume a seu estágio embrionário. Na luta em defesa da vida, o problema nunca é pontual. As agressões chegam de vários setores do executivo, do legislativo, do judiciário e, até, de acordos internacionais. E chegam em vários níveis: fome, violência, drogas, miséria… São as limitações da democracia representativa. Meu candidato sempre me representa? Definitivamente, não! Às vezes, o candidato é bom, mas seu Partido tem um programa que limita sua ação. Por isso, o exercício da cidadania não pode se restringir ao momento do voto. É preciso acompanhar, passo a passo, os candidatos que forem eleitos. A iniciativa da Ficha Limpa mostrou claramente que, mesmo num Congresso com tantas vozes contrárias, a força da união do povo muda o rumo das votações.

Que o Senhor da Vida inspire nossos eleitores, para que, da decisão das urnas nas próximas eleições, nasçam governos dignos do cargo que deverão assumir. E que o cerne de toda política pública seja a pessoa humana, sagrada, intocável, desde o momento em que passa a existir, no ventre de sua própria mãe.

Dom Dimas Lara Barbosa
Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro
Secretário Geral da CNBB

Carta de Dom Gil, aos Catolicos sobre as eleiçoes

agosto 19, 2010

No próximo mês de outubro, novamente a nação brasileira é convocada para as eleições. Somos chamados a exercer nosso dever de cidadãos para designar, segundo a nossa consciência, quem deve ser o Presidente da República, o Governador do Estado e os que devem nos representar no Congresso Nacional como Senadores e Deputados Federais e na Assembléia Legislativa como Deputados Estaduais.

Inserida no mundo, a Igreja tem a missão de iluminar as consciências de seus fiéis a partir da Palavra de Deus, a fim de que o cristão participe da vida do País com espírito de corresponsabilidade e contribua para um mundo mais fraterno, mais justo, mais solidário. A Igreja Católica tem já provado ser “perita em humanidade”, “mãe e mestra” na busca de soluções pacíficas e ordeiras para as questões sociais. Seguindo a evolução da história, há mais de um século, vem codificando sua Doutrina Social.

Como Arcebispo, Pastor desta Igreja de Juiz de Fora, no espírito do Sínodo Arquidiocesano, desejo oferecer ao Povo de Deus nela presente algumas reflexões, à luz do Evangelho e do Magistério da Igreja, com o único objetivo de auxiliar na escolha dos melhores candidatos que possam promover o

bem comum, possibilitando condições de vida digna para o povo brasileiro.

 1. DEVE A IGREJA SE ENVOLVER COM POLíTICA?

A esta interrogação podemos responder em duas direções: negativa e afirmativamente. Ela não deve se meter em política partidária, nem se deixar instrumentalizar por interesses ideológicos, nem por estratégias de partidos ou de candidatos. Mas deve, sim, participar da vida política enquanto ajuda a promover o bem comum e luta contra a corrupção e o mau exercício do poder na sociedade. Ela deve colaborar para que seus membros sejam pessoas conscientes e participativas na vida comunitária.

Em vários documentos encontramos luzes que nos ajudam a entender a forma desta participação.

No número 76 da Gaudium et Spes (Vatícano 11), observamos que a Igreja “respeita e promove também a liberdade política e a responsabilidade dos cidadãos”. Na Carta Apostólica Octagesima Adveniens (n. 46), Paulo VI escreve “a política é uma maneira exigente – se bem que não seja a única – de viver o compromisso cristão a serviço dos outros”. No documento de Puebla (n. 544), aparece “a fé cristã não despreza a atividade política, pelo contrário, a valoriza e a tem em alta estima”. O Catecismo da Igreja Católica (números 1902 e 1903) diz que a política é a busca do bem comum, consistindo no respeito pela pessoa, na exigência do bem-estar social e na existência de uma ordem justa, segura e duradoura. O Papa Bento XVI, em sua primeira encíclica sobre o amor cristão (Deus Caritas est, n. 29), oferece orientações importantes para a ação política: “O dever imediato de trabalhar por uma ordem justa na sociedade é próprio dos fiéis leigos. Estes, como cidadãos do Estado, são chamados a participar pessoalmente da vida pública, assumindo funções legislativas e administrativas que se destinam a promover orgânica e institucionalmente o bem comum”.

A Igreja não tem a pretensão de intrometer-se na Política, não aspira participar da gestão dos assuntos temporais, nem propõe programas de Governo. “A Igreja não pode nem deve tomar nas suas próprias mãos a batalha política nem deve pôr-se no lugar do Estado. Mas também não pode nem deve ficar à margem na luta política” (cf. Deus Caritas est, n. 28) .

A Igreja incentiva seus fiéis leigos que se sintam vocacionados à militância política, a se candidatarem e a lutarem por um mundo melhor, exercendo de forma honesta e Iímpida a função para a qual foram eleitos.

Veja a Maldade do povo do IBJE. Eles dividiram a Igreja Catolica, por conta propria

agosto 18, 2010

Caros amigos, não sei se já se chegou até vocês o Censo 2010. Aqui em São Paulo a arquidiocese está chamando a atenção e informando o nosso povo de como responder ao Censo. Vejam as opções e possibilidade de confusão.

Penso que seja interessante estarmos atentos. Recebi de Dom Tarcisio, bispo da Região Sé, este comunicado que está sendo divulgado nas paróquias e meios de comunicação da Igreja.

Grande abraço, Ir. Helena

 

Igrejas ou Religiões “Católicas” que aparecem no Censo 2010

 

Nosso povo católico deve ser informado que nossa Igreja ou Religião é a Igreja Católica Apostólica Romana.

 Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer

Arcebipo de São Paulo

 

Católica Apostólica Brasileira

Católica Apostólica Carismática

Católica Apostólica Cristã

Católica Apostólica Ortodoxa

Católica Apostólica Romana

Católica Armênia

Católica Bizântino

Católica Brasileira

Católica Carismática do Brasil

Católica do Brasil

Católica Maronita

Católica Melquita

Católica Não Apostólica

Católica Novo Mandamento

Católica Ortodoxica Armênica

Católica Ortodoxica Grega

Católica Ortodoxica Russa

Católica Pentecostal

Católica Renovação Carismática

Católica Renovada

Católica Síria

Católica Tradicionalista

Católica Ucraniana

Catolicismo Apostólico Romano

Católico Congregação Mariano

Católico Congregado Mariano

Católico Conservador

Atençao Santos Dumont e regiao, nesta Sexta 20 de Agosto estarei celebrando Missa às 19 horas na Igreja dos Passos

agosto 18, 2010

Sexta-feira proxima dia 20 de agostos, estarei ai, em Santos Dumont, celebrando a Missa da saude pedindo sua cura e libertaçao. Sera  às 19 horas na Igreja dos Passos. Divulgue e leve a Biblia! Vamos orar e falar com Deus, pedindo pala sua saude, sua vida sentimental, libertaçao de vicios, seu casamento, seus estudos etc.

Nao importa a sua religiao! Venha participar conosco!

Estou te aguardando, alias, estou com saudades de voces. Na ocasiao, vamos colocar, em oraçoes, as obras da Matriz de Sao Miguel, que graòas a Deus, estao retomando suas atividades. Vamos pedir a Deus que abençoe esta obra e nao deixe nada atrapalhar e que possamos em breve inaugura-la.  Pelo projeto que vi, nossa Matriz sera uma das maiores e mais bonita Igreja da regiao. Ore irmao, dobre, seu joelho para que possamos terminar um dos templos mais belo da regiao.  Ja coloque em oraçao!

Esse cara era prefeito de Juiz de Fora. Depois deste episodio, advinha o que ele virou?

agosto 18, 2010

Mas sera que ele fara como Zaqueu, devolvera aos pobres ou esta “conversao sera so pra jogar a culpa no Demonio ? Alias o proximo convertido sera o goleiro Bruno. Escreve ai ta? Depois sera o Frenandinho Beira-mar e assim por diante…