Archive for the ‘Catequese de Adultos’ Category

A festa de Santa Rita foi um sucesso!

maio 26, 2013

Muita gente me pergunta como foi a festa de Santa Rita? Foi um sucesso! Sucesso de público. Sucesso de confissões. Todo os pregadores foram felizes e disseam palavra que edificaram. Suceso de fé e conhecimento. Cada vez mais os devotos de Santa Rita estão mais preparados para ensinar os evangélicos a se livrarem da ignorância de que os santos são deuses. Santo é um atributo dado àqueles homens e mulheres que são fiéis a Jesus. Só que temos que falar para eles.

Santa Rita, rogai por nós!

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Com Santa Rita pnsando nas mães

maio 10, 2013

Vivendo e aprendendo

maio 8, 2013

Quantos e quais são os dons do Espírito Santo?

São 7 os dons do Espírito Santo: Sabedoria, Inteligência, Bom Conselho, Fortaleza, Ciência, Piedade e Temor de Deus. 

Quantos e quais são os Sacramentos da Igreja Católica?

Sete são os Sacramentos da Igreja Católica: Batismo, Confissão ou Penitência, Eucaristia, Crisma ou Confirmação do Batismo, Matrimônio, Ordem (o sacramento da Ordem tem três graus: diaconato = Diácono,  presbiterato = Padre e episcopato =Bispo) e Unção dos Enfermos

O que significa o termo Católica?

Católica quer dizer universal. “A Igreja […] anuncia a totaidade da fé; traz em si e administra a plenitude dos meios de salvação; é enviada a todos os povos, dirige-se a todos os homens; abarca todos os tempos; ‘ela é, por sua própria natureza missionária’ “. (Livros que você pode aprofundar este tema: Concílio Vaticano II, Ad gentes 2; Catecismo da Igreja Católica 868; Eu Creio: Pequeno Catecismo Católico 87).

O que significa a palavra leigo?

Vem do grego laos = povo. É o estado comum dos batizados que pertencem à Igreja Povo de Deus, mas que não são ordenados (diácono, padre, bispo). (para aprofundar Youcat – Catecismo Católico para a juventude).

O que quer dizer clero?

Vem do grego Kleroi e significa herança, parte. É os estado dos batizados, membros da Igreja Povo de Deus que são ordenados (diácono, padre, bispo). (para aprofundar Youcat – Catecismo Católico para a juventude)

Entrevista do Padre Pio

abril 26, 2013

Recebi há pouco esta entrevista do Padre Pio e não pude deixar de publicá-la, tamanha a grandeza do que ele viveu nessas missas que se tornaram famosas em todo o mundo. Que nossos fiéis e leitores amigos possam tirar dessas palavras um caminho para melhor assistir a sua missa. Queria acrescentar aqui um pequeno comentário: onde fica, depois de se ler esta pungente entrevista, a missa alegrinha dos carismáticos? Que distância entre esta descrição de um verdadeiro Sacrifício realizado no altar, e os shows mundanos, sentimentais e mediáticos dessa nova religião de Vaticano II.

Padre, o Sr. ama o Sacrifício da Missa?
Sim, porque Ela regenera o mundo.

Que glória dá a Deus a Missa?Uma glória infinita.

Que devemos fazer durante a Missa?
Compadecer-nos e amar.

Padre, como devemos assistir à Santa Missa?
Como assistiram a Santíssima Virgem e as piedosas mulheres. Como assistiu S. João Evangelista ao Sacrifício Eucarístico e ao Sacrifício cruento da Cruz.

Padre, que benefícios recebemos ao assistir à Santa Missa?
Não se podem contar. Vê-lo-ás no céu. Quando assistires à Santa Missa, renova a tua fé e medita na Vítima que se imola por ti à Divina Justiça. Não te afastes do altar sem derramar lágrimas de dor e de amor a Jesus, Crucificado por tua salvação. A Virgem Dolorosa te acompanhará e será tua doce inspiração.

Padre, que é sua Missa?
Uma união sagrada com a Paixão de Jesus. Minha responsabilidade é única no mundo. (Dizia-o chorando.)

Que devo descobrir na sua Santa Missa?
Todo o Calvário.

Padre, diga-me tudo o que o senhor sofre durante a Santa Missa.
Sofro tudo o que Jesus sofreu na sua Paixão, embora sem proporção, só enquanto pode fazê-lo uma criatura humana. E isto, apesar de cada uma de minhas faltas e só por sua bondade.

Padre, durante o Sacrifício divino o senhor carrega os nossos pecados?
Não posso deixar de fazê-lo, já que é uma parte do Santo Sacrifício.
O senhor considera a si mesmo um pecador?
Não o sei, mas temo que assim seja.

Eu já vi o senhor tremer ao subir aos degraus do altar. Por quê? Pelo que tem de sofrer?
Não pelo que tenho de sofrer, mas pelo que tenho de oferecer.

Em que momento da Missa o senhor sofre mais?
Na Consagração e na Comunhão.

Padre, esta manhã na Missa, ao ler a história de Esaú, que vendeu os direitos de sua primogenitura, seus olhos se encheram de lágrimas.
Parece-te pouco desprezar o dom de Deus!?

Por que, ao ler o Evangelho, o senhor chorou quando leu estas palavras: “Quem come a minha carne e bebe o meu sangue…”
Chora comigo de ternura!

Padre, por que o senhor chora quase sempre que lê o Evangelho na Missa?
A nós nos parece que não tem importância que um Deus fale às suas criaturas e elas O contradigam e continuamente O ofendam com sua ingratidão e incredulidade.

Sua Missa, Padre, é um sacrifício cruento?
Herege!

Perdão, Padre, quis dizer que na Missa o Sacrifício de Jesus não é cruento, mas a sua participação em toda a Paixão o é. Engano-me?
Não, nisso não te enganas. Creio que tens toda a razão.

Quem lhe limpa o sangue durante a Missa?
Ninguém.

Padre, por que o senhor chora no Ofertório?
Queres saber o segredo? Pois bem: porque é o momento em que a alma se separa das coisas profanas.

Durante sua Missa, Padre, o povo faz um pouco de barulho…
Se estivesses no Calvário, não ouvirias gritos, blasfêmias, ruídos, e ameaças? Havia um alvoroço enorme.

Não o distraem os ruídos?
Em nada.

Padre, por que sofre tanto na Consagração?
Não sejas maldoso… (Não quero que me perguntes isso…)

Padre, diga-me: por que sofre tanto na Consagração?
Porque nesse momento se produz realmente uma nova e admirável destruição e criação.

Padre, por que chora no altar, e que significam as palavras que pronuncia na Elevação? Pergunto por curiosidade, mas também porque quero repeti-las com o senhor.
Os segredos do Rei Supremo não podem revelar-se nem profanar-se. Pergunta-mes por que choro, mas eu não queria derramar essas pobres lagrimazinhas, mas torrentes de lágrimas. Não meditas neste grandioso mistério?

Padre, o senhor sofre, durante a Missa, a amargura do fel?
Sim, muito freqüentemente…

Padre, como pode estar-se de pé no Altar?
Como estava Jesus na Cruz.

No altar, o senhor está pregado na Cruz, como Jesus no Calvário?
E ainda me perguntas?

Como se acha o senhor?
Como Jesus no Calvário.

Padre, os carrascos deitaram a Cruz no chão para pregar os cravos em Jesus?
Evidentemente.

Ao senhor também lhos pregam?
E de que maneira!

Também deitam a Cruz para o senhor?
Sim, mas não devemos ter medo.

Padre, durante a Missa o senhor pronuncia as Sete Palavras que Jesus disse na Cruz?
Sim, indignamente, mas também as pronuncio.

E a quem diz: “Mulher, eis aí teu filho”?
Digo para Ela: “Eis aqui os filhos de Teu Filho”.

O senhor sofre a sede e o abandono de Jesus?
Sim.

Em que momento?
Depois da Consagração.

Até que momento?
Costuma ser até a Comunhão.

O senhor diz que tem vergonha de dizer: “Procurei quem me consolasse e não achei”. Por quê?
Porque nossos sofrimentos de verdadeiros culpados não são nada em comparação com os de Jesus.

Diante de quem sente vergonha?
Diante de Deus e da minha consciência.

Os Anjos do Senhor o reconfortam no Altar em que o senhor se imola?
Pois… não o sinto.

Se não lhe vem o consolo até à alma durante o Santo Sacrifício, e o senhor sofre, como Jesus, o abandono total, nossa presença não serve para nada.
A utilidade é para vós. Por acaso foi inútil a presença da Virgem Dolorosa, de São João e das piedosas mulheres aos pés de Jesus agonizante?

Que é a Sagrada Comunhão?
É toda uma misericórdia interior e exterior, todo um abraço. Pede a Jesus que se deixe sentir sensivelmente.

Quando Jesus vem, visita somente a alma?
O ser inteiro.

Que faz Jesus na Comunhão?
Deleita-se na sua criatura.

Quando se une a Jesus na Santa Comunhão, que quer peçamos a Deus pelo senhor?
Que eu seja outro Jesus, todo Jesus e sempre Jesus.

O senhor sofre também na Comunhão?
É o ponto culminante.

Depois da Comunhão, continuam seus sofrimentos?
Sim, mas não sofrimentos de amor.

A quem se dirigiu o último olhar de Jesus agonizante?
À sua Mãe.

E o senhor para quem olha?
Para meus irmãos de exílio.

O senhor morre na Santa Missa?
Misticamente, na Sagrada Comunhão.

É por excesso de amor ou de dor?
Por ambas as coisas, porém mais por amor.

Se o senhor morre na Comunhão, continua a ficar no Altar? Por quê?
Jesus morto permanecia pendente da Cruz no Calvário.

Padre, o senhor disse que a vítima morre na Comunhão. Colocam o senhor nos braços de Nossa Senhora?
Nos de São Francisco.

Padre, Jesus desprega os braços da Cruz para descansar no Senhor?
Sou eu quem descansa n’Ele!

Quanto ama a Jesus?
Meu desejo é infinito, mas a verdade é que, infelizmente, tenho de dizer nada e me causa pena.

Padre, por que o senhor chora ao pronunciar a última palavra do Evangelho de São João: “E vimos sua glória como do Unigênito Pai, cheio de graça e de verdade”?
Parece-te pouco? Se os Apóstolos, com seus olhos de carne, viram essa glória, como será a que veremos no Filho de Deus, em Jesus, quando se manifestar no céu?

Que união teremos então com Jesus?
A Eucaristia nos dá uma idéia.

A Santíssima Virgem assiste à sua Missa?
Julgas que a Mãe não se interessa por seu Filho?

E os Anjos?
Em multidões.

Padre, quem está mais perto do Altar?
Todo o Paraíso.

O senhor gostaria de celebrar mais de uma Missa por dia?
Se eu pudesse, não quereria descer do Altar.

Disseram-me que traz com o senhor o seu próprio Altar…
Sim, porque se realizam estas palavras do Apóstolo: “Eu trago no meu corpo os estigmas de Jesus”. “Estou cravado com Cristo na Cruz.” “Castigo o meu corpo, e o reduzo à escravidão…”

Nesse caso, não me engano quando digo que estou vendo Jesus Crucificado!
(Nenhuma resposta)

Padre, o senhor se lembra de mim na Santa Missa?
Durante toda a Missa, desde o princípio até o fim, lembro-me de ti.

A Missa do Padre Pio, em seus primeiros anos, durava mais de duas horas. Sempre foi um êxtase de amor e de dor. Seu rosto estava inteiramente concentrado em Deus e cheio de lágrimas. Um dia, ao confessar-me, perguntei-lhe sobre este grande mistério:

Padre, quero fazer-lhe uma pergunta.
Dize-me, filho.

Padre, queria perguntar-lhe que é a Missa?
Por que me perguntas isto?

Para ouvi-la melhor, Padre.
Filho, posso dizer-te que é a minha Missa.

Pois é isso o que quero saber, Padre.
Meu filho, estamos na Cruz, e a Missa é uma contínua agonia.

Tirada de Tradition Catolica, nº 141, nov. 98   citando “Assim Falou o Padre Pio” (S. Giovanni Rotondo, Foggia, Itália, 1974) com o Imprimatur de D. Fanton, Bispo Auxiliar de Vicenza.

Papa Francisco afirma que Igreja não é “babá” dos cristãos

abril 26, 2013

Papa Francisco afirma que Igreja não é “babá” dos cristãos

Este é tema da Missa da saúde hoje, as 19h na Igreja de Santa Rita.

O papa Francisco declarou nesta quarta-feira que a Igreja não pode assumir o papel de “babá” dos cristãos, que estes têm que descobrir a responsabilidade do que significa ser batizados e que devem defender o Evangelho com coragem, “inclusive sem segurança e entre perseguições”.

O pontífice fez estas declarações em uma missa celebrada na capela da Casa Santa Marta, onde se encontra alojado. Durante o ato, o papa Francisco ressaltou que ser cristão “não é uma carreira, como direito ou medicina”, e assegurou que a potência do batismo dá aos cristãos a coragem de proclamar Cristo sob qualquer condição.

Além disso, o papa lembrou que os primeiros cristãos tinham “apenas” a força do batismo e que, após as primeiras perseguições, foram obrigados a deixar suas casas.

“Levaram poucas coisas. Não tinham segurança, mas foram de lugar em lugar anunciando a Palavra de Deus. Levavam consigo a única riqueza que tinham: a fé. Eram simples fiéis, quase não batizados, mas tinham a coragem de ir e proclamar”, assinalou o papa.

O pontífice também questionou os fiéis presentes para saber se os cristãos de hoje “têm essa mesma força ou esperam que o sacerdote ou o bispo lhes digam o que há de ser feito” e disse que é necessário “ser fiéis ao Espírito Santo para proclamar Jesus com vida, com testemunho e com palavras”.

“Quando fizermos isto, a Igreja se transforma em uma mãe que cria filhos, filhos que levam a mensagem. Mas, quando não fazemos, a Igreja não se transforma em uma mãe, mas em uma babá (…) Temos que pensar no batismo e em nossa responsabilidade de batizados”, afirmou o papa.

“Ser cristão não é fazer uma carreira. Ser cristão é um dom que nos impulsiona a ir para frente com a força do Espírito Santo”, acrescentou o papa, que ressaltou a missão dos fiéis em ser “batizados, valentes e seguros”.

Desde que foi eleito papa, o argentino Jorge Mario Bergoglio oficia todos os dias uma missa na capela da Casa Santa Marta, a qual é acompanhada por cardeais, bispos, membros da Cúria Romana, funcionários do Vaticano e convidados.

O que a Bíblia diz sobre o Dízimo

novembro 28, 2012

Sobre o Dízimo a Bíblia diz:

Moisés nos Orienta: “Cada um dará segundo o que tiver, em proporção das bênçãos que o Senhor, teu Deus, lhe tiver dado”. (Deuteronômio 16,17)

Daví nos pergunta: “Que darei ao Senhor por todos os benefícios que me tem feito?” (Salmo 116, 12)

São Paulo nos Pede: “Cada um dê conforme o impulso de seu coração: não dê com má vontade ou constrangido […]”. (2º Coríntios 9,7)

Jesus nos dá uma Ordem: “De graça recebestes, de graça deveis dar”. (São Mateus 10, 8)

A Igreja nos Ensina: “Os fiéis têm a obrigação de socorrer as necessidades da Igreja, a fim de que ela possa dispor do que é necessário para o culto divino, para as obras de apostolado e de caridade e para o honesto sustento dos ministros”. (Código de Direito canônico Cânon 222, parágrafo 1)

A resposta dos católicos é esta Oração:

Pai de misericórdia, quando vejo Jesus, o Filho bem amada pregado no alto da cruz, fico tocado diante da oferta das ofertas. Oferta que salva a todos de tudo. A oferta mais preciosa do coração do Pai: o Filho. Desta oferta brota o dom do Espírito Santo: a sabedoria, a força e o discernimento no caminho para o coração do Pai. Por isso, faço minha oferta do dízimo, exercitando o meu coração para a solidariedade que cura o egoísmo, para a partilha que equilibra a vida do mundo, para a generosidade que gera bênçãos e fecundidade. Ofereço, Pai, de todo coração, o tudo que posso. Amém! Amém! Amém! 

Curso Bíblico na Igreja de Santa Rita. Toda Terça às 19h30

outubro 2, 2012

Ide por todo o mundo e anunciai o Evangelho

            Amigo(a) leitor(a) outubro é o mês das Santas Missões. Neste ano, são muitas as atividades da Igreja Católica. Em Roma, o Santo Padre o Papa Bento XVI, terá muitas atividades importantes que já repercutem e repercutirão sobre a Igreja no mundo inteiro. Por exemplo citamos a realização do Sínodo dos Bispos, com a presença de bispos de toda parte do mundo, a abertura oficial do Ano da Fé, o inicio das comemorações dos cinqüenta anos do Concílio Vaticano II e os vinte anos de publicação do Catecismo da Igreja Católica.

            Aqui no Brasil nós teremos eventos para atualizar estes acontecimentos. Nossa paróquia, em julho, fez uma semana de estudos do documento papal Porta da Fé. Mais de cem pessoas participaram. Foram vendidos duzentos e vinte livrinhos. Entretanto, outros eventos serão realizados. Queremos revitalizar o Concilio Vaticano II estudando seus documentos, queremos colocar o Catecismo da Igreja Católica nas mãos do maior numero de pessoas possível e, claro, aprofundar as conclusões de Sínodo. Devo dizer que como fato concreto, estamos recomeçando a escola Bíblica na primeira terça deste mês, às 19h30, na Igreja de Santa Rita. Iremos estudar o livro dos Atos dos Apóstolos.

            Por falar em Atos dos Apóstolos lembramos que outubro é o mês de São Lucas. São Lucas fui um grande missionário. Ao escrever o terceiro Evangelho ele faz a seguinte afirmação: “Depois disso, o Senhor designou outros setenta e dois discípulos e mando-os, dois a dois, a sua frente, a todas as cidades e lugares aonde ele pensava de ir” (confere São Lucas 10, 1).

            O missionário católico não vai atrás de dízimos, ofertas, cargos políticos usando a religião, conforme estamos constatando nestas eleições, mas, única e exclusivamente, para ganhar almas para Deus. Para levar Cristo às pessoas e trazer as pessoas para Cristo. Então, se você que está lendo este editorial, se diz católico mas não se dispõe à ser missionário, ou seja, a convidar alguém que você conhece à conversão, à mudança de vida, à leitura diária da Bíblia você está fora da proposta de Cristo. Precisa, urgentemente, mudar sua atitude, seu procedimento.

            Assim, convido você a participar da Novena de São Lucas dos dia 9 ao17 de Outubro às 19h na Igreja Católica situada à rua Luz Fávero 175, antiga rua A, estrada para o Bairro Bom Jardim ou do Curso Bíblico todas as Terças às 19h30 na Igreja de Santa Rita situada na Rua Barão do Retiro 388. Venha fazer esta experiência e a sua vida será transformada. 

Por que é celebrada a missa de 7º dia?

setembro 26, 2012

Por que é celebrada a missa de 7º dia?

Essa celebração tem estreita ligação com o luto, porque uma de suas funções é, precisamente, a de delimitar o período de resguardo depois da morte, em que sobrevém uma espécie de transformação na vida da família. A missa, como parte integrante essencial do luto na tradição católica, consiste, portanto, em um marco simbólico e divisório entre o episódio da morte e o retorno da normalidade no cotidiano da vida dos familiares.

Na Bíblia, a simbologia dos números atribui ao sete e seus correlatos os significados de “totalidade, plenitude, completude ou perfeição” (Mackenzie, 1983: 873). A referência ao número sete e seus derivados (setecentos, setenta, sétimo) aparecem na Bíblia, em diversos livros, somando um total de 662 vezes, segundo o dicionário de Concordância Bíblica (Sociedade Bíblica do Brasil, 1975: 955).

 Assim, diversos relatos, como por exemplo, a narração do livro do Gênesis (2, 2), mostra que Deus levou sete dias para criar o mundo e, quanto terminou, vendo que era bom, perfeito, no sétimo descansou. Portanto, no paralelismo desta passagem com a missa do sétimo dia, simboliza que aquela pessoa, após cumprir sua missão nesta terra, poderá agora também descansar.

Quanto aos relatos bíblicos sobre os rituais da morte, o livro do Gênesis descreve que quando morreu Jacó, um dos patriarcas do Antigo Testamento, “fizeram um funeral grandioso e solene e José guardou por seu pai um luto por sete dias” (Gn, 50, 10). O primeiro livro de Samuel afirma que, por ocasião da morte do rei Saul, seus comparsas guerreiros, numa cerimônia fúnebre, queimaram seu corpo e depois enterraram os ossos debaixo de uma árvore, fazendo um jejum de sete dias (1 Sm, 31, 13). Outras duas passagens bíblicas que refere à morte e seus sete dias posteriores estão nos livros de Judite e Eclesiástico. 

Setembro Mês da Bíblia

setembro 3, 2012

Dia da Bíblia: aniversário da morte de São Jerônimo, Doutor da Igreja

            Nasceu na Dalmácia (Iugoslávia) no ano 342. São Jerônimo cujo nome significa “que tem um nome sagrado”, consagrou toda sua vida ao estudo das Sagradas Escrituras e é considerado um dos melhores neste ofício.

            Em Roma estudou latim sob a direção do mais famoso professor de seu tempo, Donato, que era pagão. Tornou-se grande latinista, conhecedor do grego e de outros idiomas. Passava horas e dias lendo e aprendendo de cor aos grandes autores latinos, Cicero, Virgilio, Horácio e Tácito, e aos autores gregos: Homero, e Platão, conhecia dos livros espirituais e religiosos.

            Jerônimo se dispôs ir ao deserto a fazer penitência por seus pecados (especialmente por sua forte sensualidade, por seu terrível temperamento e seu grande orgulho). Depois de muito rezar, jejuar, e noites sem dormir descobriu que sua vocação não era viver na solidão.

            De volta a Roma trabalhou próximo ao Papa e aos Bispos Italianos. Desempenhou com tanta eficiência e sabedoria suas funções, que vendo suas qualidades e extraordinário conhecimentos, o Papa São Dâmaso o nomeou seu secretário particular, encarregado-o de redigir as cartas do Pontífice. Logo em seguida o Papa o designou para fazer a tradução da Bíblia. As traduções da Bíblia que existiam nesse tempo tinham muitas imperfeições de linguagem e várias imprecisões nas traduções. Jerônimo, que escrevia com grande elegância o latim, traduziu a este idioma toda a Bíblia. Essa tradução foi chamada “Vulgata” (que significa tradução feita para o povo ou vulgo) foi a Bíblia oficial para a Igreja Católica durante 15 séculos.

            Foi ordenado sacerdote por volta dos quarenta anos. Seus altos cargos em Roma e a dureza com a qual corrigia certos defeitos da alta classe social lhe trouxeram invejas, incompreensões e calunias. Insatisfeito com o povo romano que não aceitava seu modo enérgico de corrigir mudou-se para a Terra Santa.

            Passou seus últimos 35 anos em uma gruta, junto à Cova de Presépio. Neste lugar recebeu várias mulheres das ricas de Roma que tinham se convertido pelas suas pregações e conselhos. Estas senhoras venderam seus bens e passaram a viver com o santo em Cova de Presépio a seguir sob sua direção espiritual. Com o dinheiro dessas mulheres, São Jerônimo construiu-se um convento para homens, três para mulheres e uma casa para atender aos romeiros que visitavam o lugar onde Jesus nasceu.

            A Igreja Católica o reconhece como Patrono de todos os que estudam e ensinam as Sagradas Escrituras. Morreu em 30 de setembro do ano 420, aos 80 anos. 

Escapulário: você conhece o significado?

junho 27, 2012

O nosso povo tem a bonita prática de usar o Escapulário o Bentinho de Nossa Senhora do Carmo. Entretanto, é preciso que esta devoção seja bem clara na cabeça das pessoas para evitar desvios. Assim, usando partes de texto do Padre Luiz Alberto Kleina, retirado do site www.santuariodocarmo.com.br faremos uma catequese adulta e presenteamos os devotos de Nossa Senhora com este belo ensinamento.

O que é o Escapulário?

O Escapulário ou Bentinho do Carmo é um sinal externo de devoção mariana, que consiste na consagração à Santíssima Virgem Maria, por meio da inscrição na Ordem Carmelita, na esperança de sua proteção maternal. O escapulário do Carmo é um sacramental. No dizer do Vaticano II, “um sinal sagrado, segundo o modelo dos sacramentos, por intermédio do qual significam efeitos, sobretudo espirituais, que se obtêm pela intercessão da Igreja”. (Cf. S.C. 60)

O Valor e o Significado do Escapulário

O Escapulário de Nossa Senhora do Carmo é um sinal de Maternidade Divina de Maria. Como tal, representa o compromisso de seguir Jesus como Maria, o modelo perfeito de todos os discípulos de Cristo.

O uso do Escapulário a Virgem nos ensina a:

* Viver abertos a Deus e à sua vontade;

* Escutar e praticar a palavra de Deus;

* Orar em todo momento, descobrindo Deus presente em todas as circunstâncias;

* Estar aberto a caridade e as necessidades da Igreja;

* Alimentar a esperança do encontro com Deus na vida eterna pela proteção e intercessão de Maria.

 O Escapulário do Carmo não é:

* Um sinal de proteção mágica ou amuleto;

* Uma garantia automática de salvação;

* Uma dispensa de viver as exigências da vida Cristã.

O Escapulário em suas normas práticas:

* O Escapulário é imposto só uma vez por um sacerdote ou pessoa autorizada;

* O uso do Escapulário exige no mínimo a oração de três Ave-Marias em honra a Nossa Senhora do Carmo;

* O Escapulário compromete com uma vida autêntica de Cristãos que se conformam com as exigências evangélicas, recebem os sacramentos e professam uma especial devoção à Santíssima Virgem.