Archive for the ‘Fe e Politica’ Category

O que dizer a esta avalanche de pastores que usam a Bíblia e o púlpito para se elegerem a cargos políticos

agosto 30, 2012

O que o fiel deve falar para o líder de sua Igreja que se candidata a cargo político.

            Em primeiro lugar deve-se pegar a Bíblia Sagrado assentar-se com ele e ensiná-lo a ler o que diz a Palavra de Deus. Como afirma São Paulo, toda Escritura é inspirada por Deus e é útil para ensinar, para refutar, para corrigir, para educar na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito, preparado para toda boa obra. (Confira 2º Timóteo 3, 16-17). Com a Bíblia na mão você vai explicar ao seu líder que Deus o chamou para anunciar o Evangelho e não para fazer política partidária. Muitas vezes a sede de poder e de prestígio coloca no coração de líderes religiosos o desejo de usar o altar como trampolim para alçar cargos políticos, usando o poder da fé e a Bíblia. Muitos homens, tidos como de Deus, confundem altar com palanque, palavra de Deus com projeto pessoal e político. No livro dos Atos dos Apóstolos, a Bíblia admoesta esses homens: “Não está certo que nós deixemos a pregação da Palavra de Deus para servir às mesas. Irmãos, é melhor que escolha entre vocês sete homens de boa fama, repletos do Espírito Santo e sabedoria, e nós o encarreguemos dessa tarefa. Desse modo, nós poderemos dedicar-nos à oração e ao serviço da Palavra” (Confira: Atos, 6, 2b-4).

            Muitas pessoas falam comigo: Padre, porque o senhor não se candidata a um cargo político? Eu respondo aquilo que a Palavra de Deus me ensina e ensina para todos os cristãos: Ora, vocês são corpo de Cristo e são  membros dele, cada um no seu lugar. Aqueles que Deus estabeleceu na Igreja são, em primeiro lugar, apóstolos; em segundo lugar, profetas; em terceiro lugar, os mestres…”. (Confira 1 Corítios 12, 27-28ª). A Bíblia não deixa dúvida “cada um tem seu lugar” ou como diz o ditado popular “cada macaco deve estar no seu galho”. Não se pode confundir pregação da Palavra com discurso político, parlamento com púlpito. Sacerdote é sacerdote e político é político.

            É importante dizer que a política é algo muito bom e valioso. Ela deve ser exercida pelos fiéis e não pelos líderes religiosos. O campo da política deve ser preenchido pelos cristãos leigos e não pelos sacerdotes e pastores. A Igreja é corpo composta de membros. Quem é braço deve ter função de braço. Não pode ter função de braço e perna. Um líder religioso que concorre a cargos eletivos impede seus fiéis de cumprirem sua missão no mundo. Um líder religioso não deixa seus fiéis candidatarem, talvez, por medo de ser superado, em prestígio por eles. Então assumem vários cargos para não dar lugar a possíveis concorrentes. Isso é muito triste e conflita com a mensagem de Cristo que resistiu à tentação do poder, conforme está em São Lucas no capitulo quatro. Outro problema grave é que alguns, infelizmente, usam a religião como trampolim para status social e, claro, cargos políticos. Quem puder entender, entenda. (Confira São Mateus 19, 12b) 

Qual candidato(a) a Igreja de Santa Rita indica nas eleições municipais?

agosto 2, 2012

 Para início de conversa a Igreja Católica não tem partido político. A Igreja é um todo, é comunhão das partes e não uma só parte = partido. A Igreja vê a política como bem comum e não bem de alguns. Como em todo lugar ou instituição, nos partidos políticos existem pessoas honestas e desonestas, cristãos autênticos e cristãos maquiados. Neles (partidos) existem católicos, filhos da Igreja, que amamos e que, sinceramente, merecem ser eleitos. A Catolicidade da Igreja significa unidade na diferença. É bom para a Igreja e a sociedade que exista vários partidos políticos com ideologias diferentes para fomentar o debate, a consciência, o crescimento e a maturidade. Como se diz: “toda unanimidade é burra”. A Igreja busca unidade, respeito, liberdade, não uniformidade.

            Desse modo fica claro que não apoiamos nenhum partido em sí. Queremos ser neutros para que o povo possa fazer sua escolha consciente. Devemos e queremos fomentar debates de idéias, de planos de governo e pistas de ação. Mas sem tendencialismo. Para isso estamos agendando uma conversa com cada candidato a prefeito para conhecermos seus planos de governo e oferecer, a quem for eleito (não importando o partido) nossa parceria, respeito e reconhecimento. Temos a consciência de que como Igreja Católica podemos colaborar com o próximo prefeito(a), portanto não indicamos nenhum candidato(a). Quem o povo eleger terá nosso respeito admiração e ajuda.

            Infelizmente, pessoas aproveitam esse momento de campanha para dizer que o padre esta apoiando A ou B, mas é MENTIRA. Cada fiel devoto de Santa Rita deve votar segundo a sua própria consciência. Não interferimos em nada, até porque conhecendo os pretendentes ao executivo temos coisas boas para falar de cada um deles. Admiro todos eles em algum ponto. Não seria católico de nossa parte indicar um nome. Então saibam todos que NÃO INDICAMOS NENHUM CANDIDATO(A) AO EXECUTIVO MUNICIPAL. Repito: QUALQUER UM QUE FOR ELEITO NÓS QUEREMOS FIRMAR PARCERIAS EM PROL DOS BAIRROS SANTA RITA, BONFIM E MARUMBÍ. Todos eles são pessoas boas e honradas. Cabe a consciência do eleitor decidir.

            Mais adiante vamos fazer uma curta entrevista com todos os candidatos neste jornal, com perguntas iguais a todos e o mesmo espaço para o julgamento de nossos fiéis.

Pe. Camilo

Bejani, convertido, com a Bíblia na mão de novo?

dezembro 15, 2011

ex-prefeito-de-juiz-de-fora-alberto-bejani-em-linha-direta-com-a-mafia-1.380536#.TuUI6wvqgHA.facebook

Ainda tem políticos sérios

dezembro 14, 2011

Carta do senhor Arcebispo Dom Gil sobre a as eleiçoes II parte

agosto 26, 2010

2. A IGREJA TEM CANDIDATOS OU PARTIDOS?

Como instituição, a Igreja não propõe nomes de candidatos, de partidos, mas indica princípios e critérios para que, à luz da Doutrina Cristã, todo cidadão e, principalmente seus fiéis, possam ter o discernimento e votar conscientemente, a fim de contribuir para o crescimento e o amadurecimento político do País.

Há bons candidatos e há candidatos que não são dignos de confiança. Há partidos cujos programas são bons e há partidos que apresentam aspectos que contradizem a fé cristã. Há partidos que pregam o ateísmo e tem histórico de perseguição à Igreja e às religiões. Estes não merecem a nossa confiança e nem nosso voto. Ainda que apresentem algum aspecto positivo em seu programa, sua ideologia não é aceitável a quem tem fé.

A partir do corrente ano, temos uma conquista popular, pela iniciativa da CN BB e de outros grupos organizados no País, para vencer a corrupção política. É a Lei da Ficha Limpa que se alia à Lei Contra a Compra de Votos, lei esta que também representa uma vitória popular, com a liderança da CNBB.

Sugiro que antes de votar, cada um busque as luzes do alto através da oração, a fim de que faça a escolha mais correta.

É necessário analisar os candidatos e os partidos a partir de critérios condizentes com a !’Iossa fé cristã. Ao escolher um candidato, é preciso ter presente os princípios da moral e da ética. Por exemplo, se há certeza de que alguém é envolvido com esquemas de corrupção, mesmo que ainda não seja condenado pela Justiça, isto bastaria para não lhe conceder o voto, pois o voto é, em certo modo, uma espécie de atestado de honestidade que o eleitor dá a alguém para que aja em nome e em favor do povo.

3. NINGUÉM DEVE ANULAR O SEU VOTO

 No presente momento, após a decepcionante onda de escândalos na política nacional, envolvendo . vários partidos, um clima de desânimo e indignação paira sobre a sociedade brasileira. Também a inclusão de falsos direitos no Plano Nacional dos Direitos Humanos 3 (PNDH3), lançado pelo Governo em dezembro de 2009, causa aos brasileiros muita desconfiança.

A Igreja quer ser um sinal de esperança diante de tudo isto. Ela crê que há políticos honestos que merecem o voto da população e podem mudar a situação para melhor. Porém, também está certa de que é preciso fortalecer as exigências éticas e trabalhar por uma ordem justa alicerçada na responsabilidade do voto consciente. É esta uma oportunidade verdadeira de valorizar o voto, pois a abstenção ou a anulação certamente favorecerá candidatos não indicados para funções tão nobres como a de exercer o poder em nome do povo. O voto é uma das formas de denunciar injustiças, cujas conseqüências são, eFltre outros problemas, a fome, a falta de atendimento médico condizente, de saneamento básico, de investimentos maiores na educação de qualidade, de eficaz combate à violência.

Promessas eleitoreiras

agosto 26, 2010

O processo das eleições de 2010 está em curso, seguindo o calendário da Justiça Eleitoral. A essa altura, faz parte da agenda dos candidatos a conquista de voto, através da operação “corpo a corpo”, junto aos eleitores, e da participação em debates, comícios e nos horários do guia eleitoral no rádio e na televisão. Todos os candidatos estão muito conscientes quanto à importância desse momento que pode favorecer ou prejudicar a sua performance perante o eleitorado. Orientados por um cuidadoso markting político, sempre se apresentam risonhos, quando fotografados ou expostos à midia.

Em campanha sob a égide da Legislação Eleitoral vigente, os candidatos estão atentos às disposições que combatem a corrupção eleitoral, uma prática muito antiga, que se revela de muitas maneiras, como a compra de votos. Como qualquer empreendimento que envolve mobilizações, uma campanha eleitoral implica elevados gastos financeiros e aí está a porta aberta para prática da corrupção, não obstante um incipiente controle da sociedade, por meio dos Comitês contra a Corrupção Eleitoral, e a aplicação de sanções, previstas na legislação, por parte de órgãos da Justiça Eleitoral. Os candidatos estão também atentos às exigências de apresentação de Ficha Limpa, perante os Tribunais, dado que, em grande escala, não há preocupação em tê-la perante a própria consciência e o eleitorado.

Nas eleições, há sempre um elemento presente na relação entre candidatos, eleitores e sociedade – as promessas de campanha. Em sua grandíssima maioria, os candidatos são exímios promesseiros. São incontáveis na história das eleições as promessas de seus candidatos, a exemplo de Odorico Paraguassu, candidato a Prefeito de Sucupira, que fez uma promessa factível, embora com intuito demagógico: “inaugurar o único cemitério da cidade, construído como a principal promessa de sua campanha para prefeito, já que, sempre que morria alguém na cidade, o corpo devia ser levado para a cidade vizinha para ser enterrado.” Mas fez também uma promessa enganosa: “Eu sou homem de uma palavra só, não sou um bivocabular. Comprometi-me inclusive a dar uma cova de graça ao eleitor que, na hora da extrema-unção, declare ter votado em mim.” Infelizmente, os Odoricos se multiplicam com suas promessas eleitoreiras.

Na verdade, há promessas factíveis e enganosas; o eleitor e a população devem exercitar sua capacidade de discernimento, identificando-as no discurso e na prática dos candidatos e, consequentemente, dando-lhes o voto de confiança ou alijando-os de suas pretensões eleitorais. O descumprimento de promessas, por parte dos candidatos, escapa aos controles legais, todavia, não deveria escapar ao juízo ético do eleitorado, durante a campanha e, sobretudo, no ato de votar. Alguma coisa já está sendo feita, visando “uma maior responsabilização pelos candidatos em relação as suas promessas durante o período eleitoral.” Há, de fato, uma responsabilidade mútua, enquanto, de sua parte, o eleitor e a população não devem deixar-se levar por promessas enganosas. “O processo eleitoral é um dos marcos da democracia moderna em que as partes se legitimam, o que infere a responsabilidade de ambos no reconhecimento por seus atos. Se levada por confiança em promessas de campanha a sociedade ver-se lograda posteriormente, torna-se passível a manifestação social e jurídica que revogue o mandato político do infiel, pois este é uma concessão e como tal pode ser revogado.”

Basicamente, o discernimento entre promessas realizáveis e enganosas está na consciência política da população e o poder de escolha está no dedo do eleitor, ao digitar na urna eleitoral o número de candidatos confiáveis. Esta é uma longa estrada a ser percorrida pela cidadania.

Dom Genival Saraiva de França

Fonte: CNBB

Carta de Dom Gil, aos Catolicos sobre as eleiçoes

agosto 19, 2010

No próximo mês de outubro, novamente a nação brasileira é convocada para as eleições. Somos chamados a exercer nosso dever de cidadãos para designar, segundo a nossa consciência, quem deve ser o Presidente da República, o Governador do Estado e os que devem nos representar no Congresso Nacional como Senadores e Deputados Federais e na Assembléia Legislativa como Deputados Estaduais.

Inserida no mundo, a Igreja tem a missão de iluminar as consciências de seus fiéis a partir da Palavra de Deus, a fim de que o cristão participe da vida do País com espírito de corresponsabilidade e contribua para um mundo mais fraterno, mais justo, mais solidário. A Igreja Católica tem já provado ser “perita em humanidade”, “mãe e mestra” na busca de soluções pacíficas e ordeiras para as questões sociais. Seguindo a evolução da história, há mais de um século, vem codificando sua Doutrina Social.

Como Arcebispo, Pastor desta Igreja de Juiz de Fora, no espírito do Sínodo Arquidiocesano, desejo oferecer ao Povo de Deus nela presente algumas reflexões, à luz do Evangelho e do Magistério da Igreja, com o único objetivo de auxiliar na escolha dos melhores candidatos que possam promover o

bem comum, possibilitando condições de vida digna para o povo brasileiro.

 1. DEVE A IGREJA SE ENVOLVER COM POLíTICA?

A esta interrogação podemos responder em duas direções: negativa e afirmativamente. Ela não deve se meter em política partidária, nem se deixar instrumentalizar por interesses ideológicos, nem por estratégias de partidos ou de candidatos. Mas deve, sim, participar da vida política enquanto ajuda a promover o bem comum e luta contra a corrupção e o mau exercício do poder na sociedade. Ela deve colaborar para que seus membros sejam pessoas conscientes e participativas na vida comunitária.

Em vários documentos encontramos luzes que nos ajudam a entender a forma desta participação.

No número 76 da Gaudium et Spes (Vatícano 11), observamos que a Igreja “respeita e promove também a liberdade política e a responsabilidade dos cidadãos”. Na Carta Apostólica Octagesima Adveniens (n. 46), Paulo VI escreve “a política é uma maneira exigente – se bem que não seja a única – de viver o compromisso cristão a serviço dos outros”. No documento de Puebla (n. 544), aparece “a fé cristã não despreza a atividade política, pelo contrário, a valoriza e a tem em alta estima”. O Catecismo da Igreja Católica (números 1902 e 1903) diz que a política é a busca do bem comum, consistindo no respeito pela pessoa, na exigência do bem-estar social e na existência de uma ordem justa, segura e duradoura. O Papa Bento XVI, em sua primeira encíclica sobre o amor cristão (Deus Caritas est, n. 29), oferece orientações importantes para a ação política: “O dever imediato de trabalhar por uma ordem justa na sociedade é próprio dos fiéis leigos. Estes, como cidadãos do Estado, são chamados a participar pessoalmente da vida pública, assumindo funções legislativas e administrativas que se destinam a promover orgânica e institucionalmente o bem comum”.

A Igreja não tem a pretensão de intrometer-se na Política, não aspira participar da gestão dos assuntos temporais, nem propõe programas de Governo. “A Igreja não pode nem deve tomar nas suas próprias mãos a batalha política nem deve pôr-se no lugar do Estado. Mas também não pode nem deve ficar à margem na luta política” (cf. Deus Caritas est, n. 28) .

A Igreja incentiva seus fiéis leigos que se sintam vocacionados à militância política, a se candidatarem e a lutarem por um mundo melhor, exercendo de forma honesta e Iímpida a função para a qual foram eleitos.

Em quem nao votar nas proximas eleiçoes

agosto 13, 2010
ID NOME CARGO PARTIDO ACUSAÇÃO OU CRIME A QUE RESPONDE
1 ABELARDO LUPION Deputado PFL-PR Sonegação Fiscal
2 ADEMIR PRATES Deputado PDT-MG Falsidade Ideológica
3 AELTON FREITAS Senador PL-MG Crime de Responsabilidade e Estelionato
4 AIRTON ROVEDA Deputado PPS-PR Peculato
5 ALBÉRICO FILHO Deputado PMDB-MA Apropriação Indébita
6 ALCESTE ALMEIDA Deputado PTB-RR Peculato e Formação de Quadrilha, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
7 ALEX CANZIANI Deputado PTB-PR Peculato
8 ALMEIDA DE JESUS Deputado PL-CE Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
9 ALMIR MOURA Deputado PFL-RJ Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
10 AMAURI GASQUES Deputado PL-SP Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
11 ANDRÉ ZACHAROW Deputado PMDB-PR Improbidade Administrativa
12 ANÍBAL GOMES Deputado PMDB-CE Improbidade Administrativa
13 ANTERO PAES DE BARROS Senador PSDB-MT Improbidade Administrativa e Formação de Quadrilha
14 ANTÔNIO CARLOS PANNUNZIO Deputado PSDB-SP Crime de Responsabilidade
15 ANTÔNIO JOAQUIM Deputado PSDB-MA Improbidade Administrativa
16 BENEDITO DE LIRA Deputado PP-AL Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
17 BENEDITO DIAS Deputado PP-AP Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
18 BENJAMIN MARANHÃO Deputado PMDB-PB Crime Eleitoral
19 BISPO WANDERVAL Deputado PL-SP Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
20 CABO JÚLIO (JÚLIO CÉSAR GOMES DOS SANTOS) Deputado PMDB-MG Crime Militar, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
21 CARLOS ALBERTO LERÉIA Deputado PSDB-GO Lesão Corporal
22 CELSO RUSSOMANNO Deputado PP-SP Crime Eleitoral, Peculato e Agressão
23 CHICO DA PRINCESA (FRANCISCO OCTÁVIO BECKERT) Deputado PL-PR Crime Eleitoral
24 CIRO NOGUEIRA Deputado PP-PI Crime Contra a Ordem Tributária e Prevaricação
25 CLEONÂNCIO FONSECA Deputado PP-SE Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
26 CLÓVIS FECURY Deputado PFL-MA Crime Contra a Ordem Tributária
27 CORIALANO SALES Deputado PFL-BA Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
28 DARCÍSIO PERONDI Deputado PMDB-RS Improbidade Administrativa
29 DAVI ALCOLUMBRE Deputado PFL-AP Corrupção Ativa
30 DILCEU SPERAFICO Deputado PP-PR Apropriação Indébita
31 DOUTOR HELENO Deputado PSC-RJ Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
32 EDSON ANDRINO Deputado PMDB-SC Crime de Responsabilidade
33 EDUARDO AZEREDO Senador PSDB-MG Improbidade Administrativa
34 EDUARDO GOMES Deputado PSDB-TO Crime Eleitoral, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
35 EDUARDO SEABRA Deputado PTB-AP Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
36 ELIMAR MÁXIMO DAMASCENO Deputado PRONA-SP Falsidade Ideológica
37 EDIR DE OLIVEIRA Deputado PTB-RS Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
38 EDNA MACEDO Deputado PTB-SP Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
39 ELAINE COSTA Deputada PTB-RJ Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
40 ELISEU PADILHA Deputado PMDB-RS Corrupção Passiva
41 ENIVALDO RIBEIRO Deputado PP-PB Crime Contra a Ordem Tributária, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
42 ÉRICO RIBEIRO Deputado PP-RS Crime Contra a Ordem Tributária e Apropriação Indébita
43 FERNANDO ESTIMA Deputado PPS-SP Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
44 FERNANDO GONÇALVES Deputado PTB-RJ Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
45 GARIBALDI ALVES Senador PMDB-RN Crime Eleitoral
46 GIACOBO (FERNANDO LUCIO GIACOBO) Deputado PL-PR Crime Contra a Ordem Tributária e Seqüestro
47 GONZAGA PATRIOTA Deputado PSDB-PE Apropriação Indébita
48 GUILHERME MENEZES Deputado PT-BA Improbidade Administrativa
49 INALDO LEITÃO Deputado PL-PB Crime Contra o Patrimônio, Declaração Falsa de Imposto de Renda
50 INOCÊNCIO DE OLIVEIRA Deputado PMDB-PE Crime de Escravidão
51 IRAPUAN TEIXEIRA Deputado PP-SP Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
52 IRIS SIMÕES Deputado PTB-PR Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
53 ITAMAR SERPA Deputado PSDB-RJ Crime Contra o Consumidor, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
54 ISAÍAS SILVESTRE Deputado PSB-MG Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
55 JACKSON BARRETO Deputado PTB-SE Peculato e Improbidade Administrativa
56 JADER BARBALHO Deputado PMDB-PA Improbidade Administrativa, Peculato, Crime Contra o Sistema Financeiro e Lavagem de Dinheiro
57 JAIME MARTINS Deputado PL-MG Crime Eleitoral
58 JEFERSON CAMPOS Deputado PTB-SP Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
59 JOÃO BATISTA Deputado PP-SP Falsidade Ideológica, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
60 JOÃO CALDAS Deputado PL-AL Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
61 JOÃO CORREIA Deputado PMDB-AC Declaração Falsa de Imposto de Renda, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
62 JOÃO HERRMANN NETO Deputado PDT-SP Apropriação Indébita
63 JOÃO MAGNO Deputado PT-MG Lavagem de Dinheiro
64 JOÃO MENDES DE JESUS Deputado PSB-RJ Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
65 JOÃO PAULO CUNHA Deputado PT-SP Corrupção Passiva, Lavagem de Dinheiro e Peculato
66 JOÃO RIBEIRO Senador PL-TO Peculato e Crime de Escravidão
67 JORGE PINHEIRO Deputado PL-DF Crime Ambiental
68 JOSÉ DIVINO Deputado PRB-RJ Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
69 JOSÉ JANENE Deputado PP-PR Estelionato, Improbidade Administrativa, Lavagem de Dinheiro, Corrupção Passiva, Formação de Quadrilha, Apropriação Indébita e Crime Eleitoral
70 JOSÉ LINHARES Deputado PP-CE Improbidade Administrativa
71 JOSÉ MENTOR Deputado PT-SP Corrupção Passiva
72 JOSÉ MILITÃO Deputado PTB-MG Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
73 JOSÉ PRIANTE Deputado PMDB-PA Crime Contra o Sistema Financeiro
74 JOVAIR ARANTES Deputado PTB-GO Improbidade Administrativa
75 JOVINO CÂNDIDO Deputado PV-SP Improbidade Administrativa
76 JÚLIO CÉSAR Deputado PFL-PI Peculato, Formação de Quadrilha, Lavagem de Dinheiro e Falsidade Ideológica
77 JÚLIO LOPES Deputado PP-RJ Falsidade Ideológica
78 JÚNIOR BETÃO Deputado PL-AC Declaração Falsa de Imposto de Renda, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
79 JUVÊNCIO DA FONSECA Deputado PSDB-MS Improbidade Administrativa
80 LAURA CARNEIRO Deputada PFL-RJ Improbidade Administrativa e Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
81 LEONEL PAVAN Senador PSDB-SC Contratação de Serviços Públicos Sem Licitação e Concussão
82 LIDEU ARAÚJO Deputado PP-SP Crime Eleitoral
83 LINO ROSSI Deputado PP-MT Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
84 LÚCIA VÂNIA Senadora PSDB-GO Peculato
85 LUIZ ANTÔNIO FLEURY Deputado PTB-SP Improbidade Administrativa
86 LUPÉRCIO RAMOS Deputado PMDB-AM Crime de Aborto
87 MÃO SANTA Senador PMDB-PI Improbidade Administrativa
88 MARCELINO FRAGA Deputado PMDB-ES Crime Eleitoral, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
89 MARCELO CRIVELA Senador PRB-RJ Crime Contra o Sistema Financeiro e Falsidade Ideológica
90 MARCELO TEIXEIRA Deputado PSDB-CE Sonegação Fiscal
91 MÁRCIO REINALDO MOREIRA Deputado PP-MG Crime Ambiental
92 MARCOS ABRAMO Deputado PP-SP Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
93 MÁRIO NEGROMONTE Deputado PP-BA Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
94 MAURÍCIO RABELO Deputado PL-TO Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
95 NÉLIO DIAS Deputado PP-RN Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
96 NELSON BORNIER Deputado PMDB-RJ Improbidade Administrativa
97 NEUTON LIMA Deputado PTB-SP Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
98 NEY SUASSUNA Senador PMDB-PB Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
99 NILTON CAPIXABA Deputado PTB-RO Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
100 OSMÂNIO PEREIRA Deputado PTB-MG Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
101 OSVALDO REIS Deputado PMDB-TO Apropriação Indébita
102 PASTOR AMARILDO Deputado PSC-TO Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
103 PAULO AFONSO Deputado PMDB-SC Peculato, Crime Contra o Sistema Financeiro e Improbidade Administrativa
104 PAULO BALTAZAR Deputado PSB-RJ Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
105 PAULO FEIJÓ Deputado PSDB-RJ Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
106 PAULO JOSÉ GOUVEIA Deputado PL-RS Porte Ilegal de Arma
107 PAULO LIMA Deputado PMDB-SP Extorsão e Sonegação Fiscal
108 PAULO MAGALHÃES Deputado PFL-BA Lesão Corporal
109 PEDRO HENRY Deputado PP-MT Formação de Quadrilha, Lavagem de Dinheiro e Corrupção Passiva, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
110 PROFESSOR IRAPUAN Deputado PP-SP Crime Eleitoral
111 PROFESSOR LUIZINHO Deputado PT-SP Lavagem de Dinheiro
112 RAIMUNDO SANTOS Deputado PL-PA Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
113 REGINALDO GERMANO Deputado PP-BA Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
114 REINALDO BETÃO Deputado PL-RJ Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
115 REINALDO GRIPP Deputado PL-RJ Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
116 REMI TRINTA Deputado PL-MA Estelionato e Crime Ambiental
117 RIBAMAR ALVES Deputado PSB-MA Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
118 RICARDO BARROS Deputado PP-PR Sonegação Fiscal
119 RICARTE DE FREITAS Deputado PTB-MT Improbidade Administrativa e Formação de Quadrilha, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
120 RODOLFO TOURINHO Senador PFL-BA Gestão Fraudulenta de Instituição Financeira
121 ROMERO JUCÁ Senador PMDB-RR Improbidade Administrativa
122 ROMEU QUEIROZ Deputado PTB-MG Corrupção Ativa, Corrupção Passiva e Lavagem de Dinheiro
123 RONALDO DIMAS Deputado PSDB-TO Crime Eleitoral
124 SANDRO MABEL Deputado PL-GO Crime Contra a Ordem Tributária
125 SUELY CAMPOS Deputada PP-RR Crime Eleitoral
126 TATICO (JOSÉ FUSCALDI CESÍLIO) Deputado PTB-DF Crime Contra a Ordem Tributária, Declaração Falsa de Imposto de Renda e Sonegação Fiscal
127 TETÉ BEZERRA Deputado PMDB-MT Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
128 THELMA DE OLIVEIRA Deputada PSDB-MT Improbidade Administrativa e Formação de Quadrilha
129 VADÃO GOMES Deputado PP-SP Improbidade Administrativa e Crime Contra a Ordem Tributária
130 VALDIR RAUPP Senador PMDB-RO Peculato, Uso de Documento Falso, Crime Contra o Sistema Financeiro, Crime Eleitoral e Gestão Fraudulenta de Instituição Financeira
131 VALMIR AMARAL Senador PTB-DF Apropriação Indébita
132 VANDERLEI ASSIS Deputado PP-SP Crime Eleitoral, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
133 VIEIRA REIS Deputado PRB-RJ Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
134 VITTORIO MEDIOLI Deputado PV-MG Sonegação Fiscal
135 WANDERVAL SANTOS Deputada PL-SP Corrupção Passiva
136 WELLINGTON FAGUNDES Deputada PL-MT Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
137 ZÉ GERARDO Deputado PMDB-CE Crime de Responsabilidade
138 ZELINDA NOVAES Deputada PFL-BA Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
139 Ângela Guadagnin Deputada PT-SP Dançarina do Plenário da Câmara, comemorando absolvição de corrupto
140 Antônio Palocci Ex-Ministro PT-SP Quebra de Sigilo Bancário
141 Carlos Rodrigues Ex-Deputado PL-RJ Bispo Rodrigues
142 Delúbio Soares Tesoureiro PT-GO Ex Tesoureiro do PT
143 José Dirceu Ex-Deputado PT-SP Coordenador do Mensalão
144 José Genoíno Ex-Deputado PT-SP Mensalão, Dólares na Cueca
145 José Nobre Guimarães DeputadoEst. PT-CE Dólares na Cueca (Agora Candidato a Dep. Federal)
146 Josias Gomes Deputado PT-BA Mensalão, CPI dos Correios
147 Luiz Gushiken Ex-Ministro PT-SP CPI dos Correios
148 Paulo Salim Maluf Ex PPB-SP Corrupção, Falcatruas, Improbidade Administrativa, Desvio de Dinheiro Público, Lavagem de dinheiro
149 Paulo Pimenta Deputado PT-RS Compra de Votos, Mensalão, CPI Correios
150 Pedro Corrêa Ex-Deputado PP-PE Cassado em associação ao Escândalo do Mensalão, Compra de Votos
151 Roberto Brant Deputado PFL-MG Crime Eleitoral, Mensalão, CPI Correios
152 Roberto Jefferson Ex-Deputado PTB-RJ Mensalão
153 Severino Cavalcanti Ex-Deputado PP-PE Escândalo do Mensalinho (Renuncio para evitar a cassação)
154 Silvio Pereira SecretárioPT PT Mensalão
155 Valdemar Costa Neto Exc-Deputado PL-SP Mensalão (renunciou para evitar a cassação)
         

A PEQUENINA LISTA DE CORRUPTOS.
TEMOS QUE FICAR DE OLHO NOS VAGABUNDOS.

REPASSANDO

RELAÇÃO DOS DEPUTADOS FEDERAIS E SENADORES QUE RESPONDEM A PROCESSO NA JUSTIÇA:

É o mínimo que podemos fazer!

Divulgar! Se o TRE não vai divulgar, nós divulgamos! Somos 45 Milhões de Internautas, 15 Milhões em Banda Larga !!!
É só querer…

Este a gente não pode deixar de divulgar!!!! Temos que mandar para o máximo de pessoas possível. Esse País tem jeito, mas somos nós que temos de tomar uma atitude.

Por favor, gente, vamos espalhar esta relação para o maior número de pessoas que pudermos.També m, já imprimi várias cópias, e as venho distribuindo para o pessoal que não tem acesso à internet. Estou fazendo a minha parte…

Nossos politicos…

junho 28, 2010

Entenda o que esta por tras da desgraca da Lei do Aborto

janeiro 25, 2010
NECESSÁRIA PARA A DEFESA DA VIda
 
DE ONDE VEM O MOVIMENTO MUNDIAL A FAVOR
DO ABORTO?
 
APRESENTAÇÃO E RESENHA
 
Sempre houve uma minoria muito reduzida de pessoas que eram a favor da
legalização do aborto, mas o movimento só ganhou a força que possui
hoje graças à iniciativa do mega-bilionário americano John
Rockefeller III. Em 1952 Rockefeller e mais 26 especialistas em demografia
fundaram em Williamsburg o Population Council, a organização
que desencadeou o projeto mundial de controle populacional.
 
O problema, porém, é que John Rockefeller III era um homem de
visão muito curta e não conseguiu perceber que o projeto, para ser
executado com sucesso, exigiria
 
1. recorrer interminavelmente a práticas anti-democráticas, as
quais teriam que ser executadas com o mínimo possível de divulgação
ao público;
 
2. o desmantelamento da Igreja Católica e a alteraração dos
julgamentos morais e éticos dos indivíduos e da sociedade;
 
3. convencer a sociedade que não existe vida humana antes do
nascimento, algo totalmente impossível diante das evidencias
crescentes do desenvolvimento científico e tecnológico.
 
Ou seja, não conseguiu compreender que tal projeto não poderia ser viável e
não poderia ter futuro.
 
Hoje o Partido dos Trabalhadores decidiu aliar seu próprio projeto
político ao projeto internacional do aborto e querer afundar junto com
ele. A este caso de miopia política o Partido acaba de acrescentar a
condenação unânime dos deputados Luis Bassuma (PT-BA) e
Afonso Henrique (PT-AC), acusados de violação da Ética
Partidária por terem militado contra a legalização do aborto e por
haverem criado no Congresso a Comissão Parlamentar de Inquérito
sobre o Aborto para investigar quem está financiando a promoção da
prática no Brasil.
 
A organização Provida Familia de Brasília acaba de divulgar uma
circular entre os movimentos a favor da vida sobre a importância da
CPI do Aborto a qual, embora já criada, não foi instalada devido ao
forte lobby dos mesmos grupos que promovem o aborto no Brasil e que
seriam investigados caso a CPI se instalasse. Para que a CPI
seja instalada, os líderes das bancadas na Câmara devem indicar os
nomes dos deputados que comporão a Comissão, e é justamente esta indicação
que o lobby dos promotores do aborto está impedindo. No final desta
mensagem estão listados os líderes de bancada que ainda não indicaram
os parlamentares para a CPI.
 
Segundo a circular do Provida Familia,
 
“A MAIS IMPORTANTE ATIVIDADE EM DEFESA
DA VIDA NO MOMENTO DIZ RESPEITO À
INSTALAÇÃO DA CPI DO ABORTO NA CÂMARA
DOS DEPUTADOS.
 
ESSA CPI FOI CRIADA MAS PARA SUA
INSTALAÇÃO É NECESSÁRIO QUE OS LÍDERES
PARTIDÁRIOS INDIQUEM SEUS MEMBROS. HÁ
UM FORTE ‘LOBBY’ DOS GRUPOS FEMINISTAS
PARA QUE NÃO SE INSTALE ESSA CPI COM O
ARGUMENTO DE QUE É PARA PUNIR AS
MULHERES QUE FIZERAM ABORTO.
 
NA REALIDADE O QUE OS PROMOTORES DO
ABORTO TEMEM É TORNAR PÚBLICO QUE ELES
ESTÃO A SERVIÇO DE INTERESSES
INTERNACIONAIS DE CONTROLE
POPULACIONAL E QUE PARA ISSO
ORGANIZAÇÕES INTERNACIONAIS INVESTEM
MILHÕES DE DÓLARES PARA LEGALIZAÇÃO DO
ABORTO NO PAIS. UMA VEZ INSTALADA ESSA
CPI ESTARÃO PARALIZADOS E ARQUIVADOS
OS PROJETOS DE LEI DO ABORTO NO
CONGRESSO NACIONAL.
 
É IMPORTANTE QUE VOCÊ CONTACTE OS
LÍDERES (ENDEREÇOS ABAIXO) ATRAVÉS DE
E-MAILS, FAXES, TELEFONEMAS, CARTAS,
CONTATO PESSOAL E PEÇA-LHES PARA
INDICAREM OS MEMBROS DESSA CPI”.
 
=================================================
 
DE ONDE VEM O MOVIMENTO MUNDIAL A FAVOR
DO ABORTO?
 
================================================
 
Sempre houve uma minoria muito reduzida de pessoas que eram a favor da
legalização do aborto, mas o movimento só ganhou a força que possui
hoje graças à iniciativa do mega-bilionário americano John
Rockefeller III. Herdeiro de uma imensa fortuna e de uma extensa
rede de instituições filantrópicas, indeciso sobre como assumir o
comando de uma organização tão complexa em que parecia não haver
espaço nem recursos para nenhuma inovação, sentiu-se atraído nos
anos 50 pela questão ainda emergente da explosão populacional. O
problema poderia ser resolvido promovendo o desenvolvimento educacional
e econômico do terceiro mundo mas, em vez disso, as organizações
Rockefeller resolveram utilizar-se de seus fabulosos recursos para
tentar resolver o problema através do controle direto da natalidade,
dentre os quais o principal método viria a ser o aborto.
 
Em 1952 Rockefeller e mais 26 especialistas em demografia
fundaram em Williamsburg o Conselho Populacional, uma organização
que desencadeou um projeto mundial de controle populacional. O
Conselho Populacional arrastou na sua esteira, imediatamente a
seguir, a imensa Fundação Ford e as próprias organizações
Rockefeller e, a partir de 1990, uma quantidade
extraordinariamente grande de outras e novas fundações
internacionais.
 
O problema, porém, é que John Rockefeller III era um homem de
visão muito curta e não conseguiu perceber que um projeto que, para
ser executado com sucesso, necessitaria incluir a implantação do
aborto totalmente livre como um direito a nível mundial é um projeto
que já nasceu falido, pelo menos pelas seguintes três dificuldades.
 
A primeira dificuldade estava em ter-se verificado, já desde os seus
primórdios, que para que um projeto como este pudesse prosperar,
necessitaria recorrer interminavelmente a práticas
anti-democráticas, as quais teriam que ser executadas em sigilo, com
o mínimo de divulgação por parte da imprensa.
 
Os exemplos são inúmeros, um número tão grande que se torna
impossível enumerá-los aqui, e tantos, que pode-se dizer que todo
processo de implantação do aborto no mundo só foi essencialmente
possível através da prática da anti-democracia. Não preciso
convencer os que promovem o aborto sobre a veracidade desta
afirmação. Os que realmente planejam as ações sabem muito bem que
é assim. Limitado ao jogo limpo e democrático, a questão do aborto
inevitavelmente perde. Nos Estados Unidos cunhou-se a expressão
“rights by steal” para designar o processo, retirada literalmente dos
próprios memorandos dos que promovem o aborto, e que em português se
traduziria aproximadamente como “a obtenção do direito através do
assalto”. Um exemplo disso deu-se já no início do movimento pela
legalização do aborto nos Estados Unidos. O primeiro Estado
americano a legalizar o aborto, mas apenas até o terceiro mês de
gestação, foi o Colorado, em 1968. Surgiu em seguida uma
contra reação tão forte nos parlamentos estaduais que ficou claro que
o resultado final do processo que se desdobraria a partir daí seria
claramente a favor da vida. Foi então preciso recorrer à Suprema
Corte de Justiça para que, usurpando as atribuições que deveriam
pertencer ao Legislativo e impedindo o livre debate democrático que
estava em curso, através da apresentação de um caso de estupro
ocorrido no Texas que depois revelou-se falso pela confissão dos
próprios autores, o aborto pudesse finalmente ser amplamente
legalizado, durante todos os nove meses da gravidez, por uma súbita
imposição de cinco dos nove juízes da Suprema Corte. Em janeiro
de 1973, pela célebre decisão Roe x Wade, a Suprema Corte de
Justiça dos Estados Unidos decidiu que o aborto deveria ser legal,
em todo o país, durante todos os nove meses da gravidez, sem
necessidade de que a mulher, do primeiro até o sexto mês,
apresentasse nenhum motivo para pedir o aborto e, a partir daí, do
sexto até o nono mês, bastando apenas que ela apresentasse qualquer
motivo. Ademais, segundo declarou a sentença da maioria,
 
“A CONSTITUIÇÃO AMERICANA NÃO DEFINE O
QUE SEJA PESSOA, MAS O USO DA PALAVRA É
TAL QUE ELA SOMENTE PODE SER APLICADA
APÓS O NASCIMENTO. NADA INDICA QUE ELA
POSSA TER NENHUMA APLICAÇÃO PRÉ-NATAL
POSSÍVEL. ALÉM DISSO, DEVERIA SER
SUFICIENTE OBSERVAR A GRANDE
DIVERGÊNCIA DE PENSAMENTO A RESPEITO
DA QUESTÃO SOBRE QUANDO SE INICIA A
VIDA. SEMPRE HOUVE GRANDE
FUNDAMENTAÇÃO PARA SUSTENTAR-SE QUE A
VIDA SOMENTE SE INICIA APÓS O
NASCIMENTO. A LEI SEMPRE FOI RELUTANTE
EM ADMITIR QUALQUER TEORIA DE QUE A
VIDA, TAL COMO A RECONHECEMOS, SE
INICIA ANTES DO NASCIMENTO”.
 
http://womenshistory.about.com/library/etext/gov/bl_roe_f.htm
 
A absurda sentença já tinha tido um precedente. A Suprema Corte
de Justiça americana já havia sentenciado, cem anos antes,
praticamente a mesma coisa sobre os escravos africanos, um dos motivos
que acabou desencadeando a Guerra de Secessão. Desconsiderando
lições óbvias da História, que ensina que não se podem ocultar
verdades evidentes, o movimento criado a favor do aborto julgava que,
conforme atesta uma ampla literatura, a causa estaria politicamente
encerrada e que o povo americano se conformaria definitivamente com a
sentença. Pode parecer inacreditável, mas os documentos atestam que
os promotores do aborto realmente acreditavam que se a Suprema Corte
havia decretado que não havia vida antes do nascimento, então todos
os americanos acabariam aceitando que não havia vida antes do
nascimento. Mas o próprio recurso ao Poder Judiciário, em uma
causa que deveria pertencer ao legislativo e que estava sendo
intensamente debatida na sociedade, revelou-se tão odiosamente
antidemocrático que, em conjunto com a própria absurdidade da
sentença, acabou por desencadear não o fim da controvérsia, mas a
organização definitiva de um movimento a favor da vida que não parou
mais de crescer até hoje nos Estados Unidos. No Brasil, passados
quase quatro décadas, a imprensa não divulgou ainda, uma única
vez, como o judiciário americano obrigou todos os estados da
federação a instituir o aborto livre e legal durante todos os nove
meses da gravidez, diante do espanto geral dos que compreenderam o que
estava acontecendo, pois a possibilidade de legalizar-se o aborto
durante todos os nove meses da gravidez era um assunto que jamais havia
sido nem debatido nem tampouco pensado na sociedade estadunidense.
Proliferam hoje no país clínicas especializadas em aborto de último
trimestre. A mídia brasileira não divulga estas notícias pelo
receio de tornar a população ainda mais contrária à legalização do
aborto do que ela já é.
 
A segunda dificuldade consiste em que, para que possa prosperar um
projeto que para ser executado necessite incluir a implantação do
aborto totalmente livre, tal projeto exigiria a destruição da Igreja
Católica. Destruir a Igreja Católica, porém, seria uma
façanha que nem os Césares, nem as invasões bárbaras, nem a
Renascença, nem Revolução Francesa, nem Napoleão, nem os
maiores gênios políticos da História até hoje não puderam
conseguir. Quer os promotores do aborto o tenham entendido ou não,
– parece que no início não tiveram uma idéia clara a este respeito,
mas hoje tudo indica que já o entenderam-, enquanto a Igreja
Católica não for destruída, o aborto nunca poderá ser
definitivamente implantado como um direito. Ele sempre será um
delito. A Fundação Ford, começou a sinalizar ter entendido esta
necessidade em 1990, ao publicar o célebre relatório
programático intitulado “Saúde Reprodutiva: Uma Estratégia para
os Anos 90″. Neste documento, a Fundação estimava que para a
população mundial alcançar o crescimento zero seria necessária uma
redução da natalidade para a qual a oferta de serviços médicos,
incluindo a legalização do aborto, somente poderia contribuir no
máximo com 40% do total necessário. Os restantes 60%, segundo
o relatório, não poderiam ser alcançados apenas com reformas legais
e ofertas de serviços, mas fazia-se necessário
 
“INTRODUZIR A EDUCAÇÃO SEXUAL PRECOCE,
ALTERAR O STATUS DA MULHER NA SOCIEDADE
E ALTERAR O JULGAMENTOS MORAIS E ÉTICOS
DOS INDIVÍDUOS E DA SOCIEDADE”,
 
[Reproductive Health: A Strategy for the 1990s:
http://www.fordfound.org/archives/item/0148]
 
para lograr o que, porém, seria necessário destruir efetivamente o
papel da Igreja Católica na sociedade.
 
A terceira dificuldade consiste em que, para prosperar, o projeto
precisaria, ademais convencer a sociedade que não existe vida humana
antes do nascimento, algo totalmente impossível diante dos instintos
maternos fortemente instalados na natureza humana e diante do
desenvolvimento científico e tecnológico, que mostra cada vez mais
claramente, com novos e espetaculares recursos a cada dia que se
passa, exatamente o contrário.
 
Ora, qualquer projeto que, para vencer, deva ocultar constantemente
seu modo de proceder e subverter os princípios democráticos e que,
para consolidar-se, deva propor-se a destruir a Igreja Católica,
“alterar os julgamentos morais e éticos dos indivíduos e da
sociedade”, e desafiar as evidências mais manifestas que surgem todos
os dias graças à ciência, não poderia nunca ter sido considerado,
por nenhum estrategista sensato, como um projeto de futuro. A
primeira dificuldade poderia ser vencida, durante algum tempo, por um
poder econômico muito grande; não, porém, durante todo o tempo,
por maior que fosse tal poder. Quanto à segunda dificuldade, há
quem suponha que poderia ser vencida por um poder divino, não talvez
por um poder meramente humano. Mas no que diz respeito à terceira
dificuldade, esta já não poderia ser vencida nem mesmo por um poder
divino. Um projeto como este, ainda que criado pelas poderosas
organizações Rockefeller e Ford, é um projeto falido em seu
próprio princípio. É uma missão impossível ou, como se diz em
português, uma canoa furada.
 
Hoje pertence ao senso comum espantar-se pela falta de visão do
projeto do Partido Nazista alemão, do qual era possível prever a
viabilidade pelas reações praticamente insuperáveis que acabaria por
suscitar. No entanto, não é difícil entender que um estrategista
isento, sentado junto a uma mesa de trabalho e comparando friamente
ambas as propostas, teria que concluir que o projeto nazista, já
insustentável a longo prazo, teria ainda assim, tecnicamente
considerado, maiores probabilidades de êxito do que o projeto Ford e
Rockefeller. É espantoso observar o quanto os envolvidos nestes
projetos não conseguiam perceber afirmações tão evidentes.
 
Porém, mais espantoso do que isto, é observar agora o Partido dos
Trabalhadores, que não estava envolvido com estas questões, ter
decidido, com a total aprovação do presidente Lula, diante de uma
população crescentemente contra a legalização do aborto, atirar-se
contra a sua base e contra a Igreja que o ajudou a organizar-se,
aliar seu próprio projeto político ao projeto internacional do aborto
e querer afundar junto com ele. E, se isto já não mostrasse
suficientemente um caso gravíssimo de miopia política, o Partido
acrescenta-lhe a condenação unânime de dois dos seus membros que
mais claramente haviam percebido as verdadeiras dimensões do problema,
impossibilitando sua atividade legislativa.
 
Para os próprios deputados, o julgamento poderá render os efeitos
contrários aos desejados pelo Partido dos Trabalhadores. O partido
desejava puní-los, mas, em vez disso, pode tê-los consagrado.
 
Em primeiro lugar, os deputados foram apresentados à nação como
homens honestos. Se o Partido queria expulsá-los, a coisa mais
fácil para isso teria sido flagrá-los e acusá-los de corrupção,
coisa comum entre políticos. Não conseguiu fazê-lo. Em vez
disso, atestou publicamente que nada encontrou nos acusados que pudesse
comprometê-los, exceto haverem defendido o direito à vida.
 
Em segundo lugar, o deputados foram apresentados à nação como
políticos capazes de serem fiéis aos seus ideais e às suas propostas
de trabalho. O julgamento mostrou que estes homens não puderam ser
comprados pela ameaça, pelo desprezo, ou pela própria expulsão do
partido a que serviam.
 
O quadro com que o PT apresentou os deputados Luiz Bassuma e
Henrique Afonso ao povo brasileiro, se as notícias fossem
divulgadas, representaria justamente o perfil dos políticos que
qualquer eleitor brasileiro sempre sonhou que deveria existir em algum
lugar, um político que qualquer partido honesto teria orgulho de
exibir em suas fileiras. O PT declarou que conseguiu encontrar dois
deles dentro de seus próprios quadros. Porém, em vez de
acolhê-los, reconhecendo necessitar de pessoas deste porte para
renovar sua imagem, fortemente abalada por constantes episódios de
corrupção, declarou em vez disso, por unanimidade, que os
políticos que possuírem tais currículos estão violando gravemente o
Código de Ética do Partido.
 
A violência envolvida neste julgamento do Partido dos Trabalhadores
não é apenas um grave golpe à defesa da dignidade da vida humana e à
liberdade de expressão no Brasil. Ela representa um sinal claro da
existência de um compromisso programático contra o direito à vida por
parte do governo Lula, e um prenúncio de outras medidas ainda mais
radicais que serão tomadas no futuro.
 
Para os deputados condenados, este julgamento representaria uma
consagração jamais vista a uma carreira política, algo que não me
recordo de ter presenciado em nenhum lugar, se as informações
realmente pudessem circular livremente. Depende unicamente dos que
receberem esta mensagem que o seu conteúdo possa se tornar domínio
público, para defesa da democracia e do estado de direito.
 
O Brasil está enfrentando o maior e mais ordenado ataque já
desencadeado contra a dignidade da vida humana que houve em sua
história. É necessário esclarecer de onde ele vem, como ele age, e
como o governo brasileiro decidiu envolver-se com esta agenda
monstruosa. A divulgação destas informações são essenciais para a
defesa da dignidade da vida humana e a preservação do ideal
democrático.
Fonte:  SVD enviado por um amigo sacerdote