Archive for the ‘Educacao aos meios de comunicacao’ Category

Comunicadores católicos em Aparecida

julho 24, 2012

Do dia 19 a 22 de julho estiveram reunidos em Aparecida SP, mais de seiscentos comunicadores de todo Brasil. 

Vejam as fotos cedidas por um amigo que, também,  esteve lá:

 

É a Igreja Católica criando um novo jeito de comunicar. O Brasil precisa disso!
Anúncios

Semana da Comunicação Arquidiocese de Juiz de Fora

maio 2, 2012

Semana da Comunicação

            Começa a semana da Comunicação organizada pela Arquidiocese de Juiz de Fora. Portanto, na próxima terça-feira, 08 de maio, às 19:30, no Seminário  Arquidiocesano Santo Antônio. A semana vai até sábado dia 12. O Sábado será para as pessoas do interior e de Juiz de Fora que não puderam participar á noite. A quem interessa esta Semana da Comunicação? A todos os que trabalham em meios de comunicação jornal, rádio, televisão e internet. Interessa a todos agentes de pastoral, sobretudo sacerdotes, pois comunicar é evangelizar. Aos pais e mães de família, bem como professores e educadores. Aos estudantes de comunicação e de pedagogia. Cada vez mais se tem a consciência de que o conteúdo mal comunicado quase não serve, pois ninguém entende. Quero dizer: não alcança o objetivo. Ter conteúdo é como ter um carrão da Ferrari e não saber comunicar o conteúdo é como não saber dirigir. Entendeu o que eu quero dizer?

            Na terça, dia 08 teremos a presença da irmã paulina Joana Puntel que tratará do tema dos processos comunicacionais na Igreja, visto que, comunicar requer planejamento, estratégia, alianças, trabalho de equipe bem treinada e, sobretudo, conhecer o desejo e as necessidades das pessoas que são as destinatárias da comunicação. Por isso implica relacionamento, acolhida, escuta e palavra amiga, clara, direta, compreensível e sem rodeios, por isso comunicação é um processo. Implica mais que aparelhos, satélites, transmissores. Comunicar é mentalidade, é afeto, ternura e diálogo. Sem isso, não se comunica bem.

            Na quarta, dia09 aDra Helen Sardenberg delegada de polícia do Rio de Janeiro irá falar sobre crimes na internet. Este tema interessa a todos que lidam com as redes socais. Muitas vezes se usa a internet e não se sabe o risco que está correndo ao dar informações sigilosas que interessam a ladrões e seqüestradores. Certas postagens são verdadeiros mapas para o crime.

            No dia 10, quinta-feira é a nossa vez de falar. Vamos estudar os principais documentos da Igreja que tratam o tema da comunicação social, após o Concílio Vaticano II. A Igreja católica é a religião que mais escreveu sobre a comunicação. Temos um verdadeiro tratado sobre o mundo da comunicação. O problema é que a maioria quase que absoluta dos católicos não sabe e nunca leram nada sobre os documentos oficiais que tratam o tema. Nossa palestra é uma tentativa de compensar esta lacuna. Por exemplo, a expressão “comunicação social” foi cunhada pelo Concílio Vaticano II. Como iremos dar esta palestra, conto com a presença dos amigos sandumonenses, neste dia.

            Na sexta e sábado pela manhã é a vez do brasiliense e pedagogo Ricardo Chaves apresentar a “caixa de ferramentas”. Este tema é muito importante para catequistas, professores, pastoral familiar e casais em geral, pois trata a comunicação no âmbito pedagógico realçando alguns perigos e propaganda subliminares em jogos de computadores que aparentemente parecem ser inofensivos, mas que analisando bem trazem uma carga muito negativa para a psique das crianças e adolescentes.  

            Em vez, a tarde de sábado é a vez de irmã paulina Elidi Fogolari, assessora de comunicação da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) apresentar as linhas praticas para se criar a pastoral da comunicação nas paróquias e comunidades.   

            Para fazer sua inscrição ou obter informações ligue para o Seminário Santo Antônio, Natália (32) 3239-8600 ou Cúria Metropolitana com a Heloneida (32) 3229-5450.

Com minhas bênçãos

Site da minha paróquia: http://www.paroquiasantaritajf.com.br

A Igreja e a Comunicação

fevereiro 28, 2012

MENSAGEM DO PAPA BENTO XVI
PARA O 46º DIA MUNDIAL
DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS
  

«Silêncio e palavra: caminho de evangelização»

[Domingo, 20 de Maio de 2012]

 

 

Amados irmãos e irmãs,

Ao aproximar-se o Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2012, desejo partilhar convosco algumas reflexões sobre um aspecto do processo humano da comunicação que, apesar de ser muito importante, às vezes fica esquecido, sendo hoje particularmente necessário lembrá-lo. Trata-se da relação entre silêncio e palavra: dois momentos da comunicação que se devem equilibrar, alternar e integrar entre si para se obter um diálogo autêntico e uma união profunda entre as pessoas. Quando palavra e silêncio se excluem mutuamente, a comunicação deteriora-se, porque provoca um certo aturdimento ou, no caso contrário, cria um clima de indiferença; quando, porém se integram reciprocamente, a comunicação ganha valor e significado.

O silêncio é parte integrante da comunicação e, sem ele, não há palavras densas de conteúdo. No silêncio, escutamo-nos e conhecemo-nos melhor a nós mesmos, nasce e aprofunda-se o pensamento, compreendemos com maior clareza o que queremos dizer ou aquilo que ouvimos do outro, discernimos como exprimir-nos. Calando, permite-se à outra pessoa que fale e se exprima a si mesma, e permite-nos a nós não ficarmos presos, por falta da adequada confrontação, às nossas palavras e ideias. Deste modo abre-se um espaço de escuta recíproca e torna-se possível uma relação humana mais plena. É no silêncio, por exemplo, que se identificam os momentos mais autênticos da comunicação entre aqueles que se amam: o gesto, a expressão do rosto, o corpo enquanto sinais que manifestam a pessoa. No silêncio, falam a alegria, as preocupações, o sofrimento, que encontram, precisamente nele, uma forma particularmente intensa de expressão. Por isso, do silêncio, deriva uma comunicação ainda mais exigente, que faz apelo à sensibilidade e àquela capacidade de escuta que frequentemente revela a medida e a natureza dos laços. Quando as mensagens e a informação são abundantes, torna-se essencial o silêncio para discernir o que é importante daquilo que é inútil ou acessório. Uma reflexão profunda ajuda-nos a descobrir a relação existente entre acontecimentos que, à primeira vista, pareciam não ter ligação entre si, a avaliar e analisar as mensagens; e isto faz com que se possam compartilhar opiniões ponderadas e pertinentes, gerando um conhecimento comum autêntico. Por isso é necessário criar um ambiente propício, quase uma espécie de «ecossistema» capaz de equilibrar silêncio, palavra, imagens e sons.

Grande parte da dinâmica actual da comunicação é feita por perguntas à procura de respostas. Os motores de pesquisa e as redes sociais são o ponto de partida da comunicação para muitas pessoas, que procuram conselhos, sugestões, informações, respostas. Nos nossos dias, a Rede vai-se tornando cada vez mais o lugar das perguntas e das respostas; mais, o homem de hoje vê-se, frequentemente, bombardeado por respostas a questões que nunca se pôs e a necessidades que não sente. O silêncio é precioso para favorecer o necessário discernimento entre os inúmeros estímulos e as muitas respostas que recebemos, justamente para identificar e focalizar as perguntas verdadeiramente importantes. Entretanto, neste mundo complexo e diversificado da comunicação, aflora a preocupação de muitos pelas questões últimas da existência humana: Quem sou eu? Que posso saber? Que devo fazer? Que posso esperar? É importante acolher as pessoas que se põem estas questões, criando a possibilidade de um diálogo profundo, feito não só de palavra e confrontação, mas também de convite à reflexão e ao silêncio, que às vezes pode ser mais eloquente do que uma resposta apressada, permitindo a quem se interroga descer até ao mais fundo de si mesmo e abrir-se para aquele caminho de resposta que Deus inscreveu no coração do homem.

No fundo, este fluxo incessante de perguntas manifesta a inquietação do ser humano, sempre à procura de verdades, pequenas ou grandes, que dêem sentido e esperança à existência. O homem não se pode contentar com uma simples e tolerante troca de cépticas opiniões e experiências de vida: todos somos perscrutadores da verdade e compartilhamos este profundo anseio, sobretudo neste nosso tempo em que, «quando as pessoas trocam informações, estão já a partilhar-se a si mesmas, a sua visão do mundo, as suas esperanças, os seus ideais» (Mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2011).

Devemos olhar com interesse para as várias formas de sítios, aplicações e redes sociais que possam ajudar o homem actual não só a viver momentos de reflexão e de busca verdadeira, mas também a encontrar espaços de silêncio, ocasiões de oração, meditação ou partilha da Palavra de Deus. Na sua essencialidade, breves mensagens – muitas vezes limitadas a um só versículo bíblico – podem exprimir pensamentos profundos, se cada um não descuidar o cultivo da sua própria interioridade. Não há que surpreender-se se, nas diversas tradições religiosas, a solidão e o silêncio constituem espaços privilegiados para ajudar as pessoas a encontrar-se a si mesmas e àquela Verdade que dá sentido a todas as coisas. O Deus da revelação bíblica fala também sem palavras: «Como mostra a cruz de Cristo, Deus fala também por meio do seu silêncio. O silêncio de Deus, a experiência da distância do Omnipotente e Pai é etapa decisiva no caminho terreno do Filho de Deus, Palavra Encarnada. (…) O silêncio de Deus prolonga as suas palavras anteriores. Nestes momentos obscuros, Ele fala no mistério do seu silêncio» (Exort. ap. pós-sinodal Verbum Domini, 30 de Setembro de 2010, n. 21). No silêncio da Cruz, fala a eloquência do amor de Deus vivido até ao dom supremo. Depois da morte de Cristo, a terra permanece em silêncio e, no Sábado Santo – quando «o Rei dorme (…), e Deus adormeceu segundo a carne e despertou os que dormiam há séculos» (cfr Ofício de Leitura, de Sábado Santo) –, ressoa a voz de Deus cheia de amor pela humanidade.

Se Deus fala ao homem mesmo no silêncio, também o homem descobre no silêncio a possibilidade de falar com Deus e de Deus. «Temos necessidade daquele silêncio que se torna contemplação, que nos faz entrar no silêncio de Deus e assim chegar ao ponto onde nasce a Palavra, a Palavra redentora» (Homilia durante a Concelebração Eucarística com os Membros da Comissão Teológica Internacional, 6 de Outubro de 2006). Quando falamos da grandeza de Deus, a nossa linguagem revela-se sempre inadequada e, deste modo, abre-se o espaço da contemplação silenciosa. Desta contemplação nasce, em toda a sua força interior, a urgência da missão, a necessidade imperiosa de «anunciar o que vimos e ouvimos», a fim de que todos estejam em comunhão com Deus (cf. 1 Jo 1, 3). A contemplação silenciosa faz-nos mergulhar na fonte do Amor, que nos guia ao encontro do nosso próximo, para sentirmos o seu sofrimento e lhe oferecermos a luz de Cristo, a sua Mensagem de vida, o seu dom de amor total que salva.

Depois, na contemplação silenciosa, surge ainda mais forte aquela Palavra eterna pela qual o mundo foi feito, e identifica-se aquele desígnio de salvação que Deus realiza, por palavras e gestos, em toda a história da humanidade. Como recorda o Concílio Vaticano II, a Revelação divina realiza-se por meio de «acções e palavras intimamente relacionadas entre si, de tal modo que as obras, realizadas por Deus na história da salvação, manifestam e confirmam a doutrina e as realidades significadas pelas palavras; e as palavras, por sua vez, declaram as obras e esclarecem o mistério nelas contido» (Const. dogm. Dei Verbum, 2). E tal desígnio de salvação culmina na pessoa de Jesus de Nazaré, mediador e plenitude da toda a Revelação. Foi Ele que nos deu a conhecer o verdadeiro Rosto de Deus Pai e, com a sua Cruz e Ressurreição, nos fez passar da escravidão do pecado e da morte para a liberdade dos filhos de Deus. A questão fundamental sobre o sentido do homem encontra a resposta capaz de pacificar a inquietação do coração humano no Mistério de Cristo. É deste Mistério que nasce a missão da Igreja, e é este Mistério que impele os cristãos a tornarem-se anunciadores de esperança e salvação, testemunhas daquele amor que promove a dignidade do homem e constrói a justiça e a paz.

Palavra e silêncio. Educar-se em comunicação quer dizer aprender a escutar, a contemplar, para além de falar; e isto é particularmente importante paras os agentes da evangelização: silêncio e palavra são ambos elementos essenciais e integrantes da acção comunicativa da Igreja para um renovado anúncio de Jesus Cristo no mundo contemporâneo. A Maria, cujo silêncio «escuta e faz florescer a Palavra» (Oração pela Ágora dos Jovens Italianos em Loreto, 1-2 de Setembro de 2007), confio toda a obra de evangelização que a Igreja realiza através dos meios de comunicação social.

Vaticano, 24 de Janeiro – dia de São Francisco de Sales – de 2012.

BENEDICTUS PP. XVI


CEFLÃ Centro de Evangelizaçao e Formação de Leigos

fevereiro 14, 2012

Ao doar dez reais para o CEFLÃ, 1 real fica na Paroquia de Santa Rita para as obras da Paroquia. Estamos colocando core-mão na escada, vamos colocar granito nos degraus, que até hoje são de ardósia, ja trocamos os cabos do para-raio e aterramos, enfim, ajudando o CEFLÃ, além de concorrer prêmios você ajuda a Igreja da Santa dos impossíveis.

Procure a secretaria da paróquia ou na sacristia depois das Missas de domingos e dias de semana. Confira o vídeo:

A importância da Comunidade Redentorista na execução de projetos na Arquidiocese de Juiz de Fora

janeiro 25, 2012

A Comunidade Redentorista da Paróquia da Glória está em festa pelos 60 anos de Profissão Religiosa de Padre Braz. E no dia 1° de fevereiro, vai ser a vez de Padre Sérgio comemorar os 25 anos de Profissão Religiosa.

No editorial de hoje, Padre Camilo de Paiva fala sobre a importância da Comunidade Redentorista na execução de projetos na Arquidiocese de Juiz de Fora. (escute aqui)

No dia do padroeiro dos jornalistas, conheça o trabalho da Comunicação da Arquidiocese

janeiro 25, 2012

Hoje a Igreja celebra São Francisco de Sales. O Papa Pio XI o declarou padroeiro dos jornalista, por São Francisco ter utilizado seu grande domínio sobre a escrita e a oratória para evangelizar. Não só com o objetivo da evangelização, mas também da informação verdadeira e educativa foi criada a Pastoral da Comunicação da Arquidiocese (Pascom). A Pascom conta hoje com uma equipe de cinco jornalistas e três estagiários, entre a Rádio Catedral, a Assessoria da Arquidiocese e o jornal impresso, Folha Missionária. De acordo com o coordenador da Pastoral da Comunicação, Padre Camilo de Paiva, a Pastoral serve como um elo entre a Arquidiocese e as Paróquias, contribuindo também para a formação crítica do público. (escute aqui)

Além dos grandes meios como a Rádio Catedral, o site da Arquidiocese e o jornal Folha Missionária, a Pascom conta os serviços de comunicação prestados pelos jornais murais e informativos nas comunidades e pelas Pastorais de Comunicação das Paróquias. Como exemplo, a Pastoral da Comunicação da Paróquia da Glória atua desde 1999, promovendo atividades que facilitam a comunicação entre a Paróquia e a cidade, e entre integrantes da própria comunidade. Para isso, a Pastoral da Comunicação da Glória conta com uma equipe de seis pessoas que produzem mensalmente o Informativo Novo Tempo, o Informativo Semanal Em Tempo e o Site Glória On-line. Uma das integrantes da Pastoral da Comunicação da Paróquia da Glória, Alessandra de Assis, conta como é o trabalho da equipe. (escute aqui)

Em outubro, o setor de Comunicação da Arquidiocese promoveu a 1ª edição do Troféu Imprensa. O evento homenageou os principais comunicadores da Igreja em Juiz de Fora e premiou jornalistas e estudantes que produziram matérias contemplam a verdade, liberdade e autenticidade de vida. O setor de Comunicação da Arquidiocese já prepara para o mês de maio, a Semana de Comunicação, voltada para agentes de pastorais e comunicadores em geral interessados em aprimorar suas experiências através de palestras e conferências.

São Francisco de Sales padroeiro dos jornalistas

janeiro 25, 2012

EDITORIAL: O dever do jornalistas em promover a comunicação entre os povos

Editorial, diariamente às 11h50 no Jornal Boa Nova

Hoje é dia de São Fancisco de Sales, padroeiro dos jornalistas. Para marcar o dia, o Papa Bento XVI vai divulgar sua mensagem para o 46° Dia Mundial das Comunicações Sociais, que é celebrado em maio.
No Editorial de hoje, Padre Camilo de Paiva fala sobre o dever do jornalistas em promover a comunicação entre os povos, na promoção da vida e da verdade. (escute aqui)

As tecnologias estão mudando nossas vidas…

novembro 29, 2011

Compare o tempo!

 Compare os tempos
tempos-modernos.jpgANTIGAMENTE ATUALMENTE.jpg

5xoh9e.jpg

aniversario-antes-hoje.png

antigamente.png

antigamente-e-hoje-em-dia.jpg

escola.jpg

gordo.jpg

Prova-de-amor-antigamente-e-nos-dias-de-hoje-rs.jpg

O-Ontem-e-o-Hoje.jpg

festa antes hj.jpg

­

-FONTE-

Anderson Paschôa – Consultor Jequiti

Arquidiocese JF premia jornalistas com I Troféu Imprensa

outubro 25, 2011

Denúncias sobre o desperdício de alimentos e seu impacto na sociedade que passa fome e sobre a falta de gentileza que impera na sociedade atual. Divulgação de campanha de doação de sangue entre idosos, do aleitamento materno e do trabalho desenvolvidos pelos médicos do barulho, que levam alegria a pacientes nos hospitais. Notícia da criação da nova paróquia Beato João Paulo II. Esses foram os temas das matérias vencedoras do I Troféu Imprensa Arquidiocese JF (confira abaixo as matérias). A premiação aconteceu nesta sexta-feira, dia 21, véspera da festa do Beato João Paulo II, saudoso Papa que foi grande incentivador da comunicação.

O critério para inscrição era que as matérias contemplassem a verdade, liberdade e autenticidade de vida. O coquetel de premiação foi conduzida pelo arcebispo metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira. Mais de 50 jornalistas compareceram ao Seminário Arquidiocesano Santo Antônio.

 Os jornalistas premiados foram:

 – Troféu Pe. Wilson Vale (categoria Rádio Profissional): Sílvia Helena de Figueiredo Germano, com a matéria Campanha você é o exemplo”.

 – Troféu Pe. Wilson Vale (categoria Rádio-Estudante): Antonione Alves Grassano, com a matéria Semana do Aleitamento Materno, em parceria com a coordenadora de comunicação, Sílvia Helena de Figueiredo Germano.

 – Troféu Dom Geraldo Penido (categoria Tv Profissional): Michele Fonseca Pacheco, com a matéria “Um trabalho voluntário que já dura 15 anos e faz a diferença”, em parceria com o repórter cinematográfico, Robson Rocha e com o editor de reportagem, Davi Ferreira.

 – Troféu Dom Geraldo Penido (categoria Tv Estudante): Cíntia Charlene da Silva, com a matériaGentileza, em parceria com a Cinegrafista, Glória Maria Baltazar, e sob orientação do Professor Doutor, Márcio de Oliveira Guerra.

 – Troféu Monsenhor Burnier (categoria Impresso Profissional): Mariana Nicodemus, com a matéria, 22 mil toneladas de alimentos desperdiçados”, em parceria com o fotográfo, Leonardo Costa.

 – Troféu Monsenhor Burnier (categoria Impresso Estudante), foi: Wildemar Aquino, com a matéria Paróquia dedicada ao Beato João Paulo II”.

Dentre dezenas de inscritos, a comissão de jurados instituída pela arquidiocese contemplou dois trabalhos (profissional e estudante) em cada categoria. Os premiados receberam troféu e certificado. Apresentação do Coral do Caed, da Universidade Federal de Juiz de Fora, sob a regência do maestro Ciro Tabet, também fez parte da programação.

O I Troféu Imprensa Arquidiocese JF segue a espiritualidade da semana do 45º Dia Mundial das Comunicações (dia 05 de junho de 2011), com o tema, instituído pelo papa, “Verdade, anúncio e autenticidade de vida, na era digital”. O lançamento aconteceu em um jantar para os jornalistas no dia 09 de junho.

Pontifício Conselho para a Comunicação social

outubro 6, 2011

A Igreja tem de falar a linguagem do homem moderno, se quer ser entendida. Esta foi uma das mensagens que o Presidente do Pontifício Conselho das Comunicações Sociais, Dom Claudio Maria Celli deixou no último sábado nas Jornadas da Comunicação Social, em Fátima, no seu discurso sobre a “Era Digital e… comunicação na Igreja Católica”. “A Igreja deve dialogar com esta cultura digital originada pelas novas tecnologias. Necessitamos fazer este diálogo, porque é o diálogo com o homem de hoje, cuja vida está marcada, transformada por estas tecnologias. Tenho de falar uma linguagem que o homem e a mulher de hoje entendam. Uma coisa é falar com uma criança de 10 anos, outra é falar com um homem de 40 ou com um homem de 60, são momentos distintos da vida, e a minha linguagem deve sintonizar-se com a experiência humana, com as exigências, os desejos, os sofrimentos, as alegrias de cada momento da vida. Esta é uma das grandes tarefas da Igreja”, afirmou.

O presidente Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais disse ainda, que o tema escolhido pelo Papa para o próximo Dia Mundial das Comunicações é “Silêncio e Palavra: caminho de evangelização”. Dom Claudio Maria Celli explicou que Bento XVI e a Igreja se preocupam com o lado “humano” e não apenas tecnológico da nova “cultura digital”. Daí que o Papa quer alertar, desta vez, para a importância do silêncio que o Homem moderno tanto receia, mas que é fundamental para a própria comunicação que hoje tem demasiado “ruído”.

“O Santo Padre quer convidar-nos a compreender que a comunicação deve ter sempre uma dimensão humana. O Papa pede que a comunicação, com ou sem tecnologia, seja uma comunicação profundamente humana e é indiscutível que se exija um silêncio”, afirmou. Dom Claudio Maria Celli acrescenta que “hoje em dia as pessoas têm medo do silêncio porque é um silêncio vazio e não é disto que o Papa quer falar. Quer falar de um coração do homem e mulher que procuram o silêncio para se encontrarem a si mesmos, para se conhecerem a si mesmos, mas, ao mesmo tempo, para ter uma dimensão de abertura face ao outro, para que o outro possa entrar no meu coração e eu o possa conhecer mais profundamente”.